quinta-feira, 1 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
the race is long...
apetece-me so dizer palavroes e mandar tudo para um sitio bem feio...
nao o vou fazer porque o sitio e as pessoas ha minha volta nao me deixam, mas se eu pudesse desatava agora aqui a dizer todas a palavras feias que conheço e se calahr ainda inventava mais algumas. mas como nao posso venho apenas escrever que é mais dificil do que pensava. porque na minha cabeça faz tudo tanto sentido, porque ate me parecia ser facil encontrar palavras. mas nao é.
é-me facil escrever de pessoas, coisas, sentimentos, saudades, devaneios e coisas que nao sao. mas nao me é facil escrever o que tem que ser escrito. e é uma m&%$ que assim seja.
preciso mesmo das palavras certas.
Why you run from me?
Perhaps too blind to see
Leave your hometown behind
Few are the ones who keep their dreams about the world
Don't need to sell your soul
Leave your own goals behind
Give up and take the first big step of your life...
Yeah, the race is long
And I'm not strong to realize
The end is near
Romanticize, improve your skills
And write.....
nao o vou fazer porque o sitio e as pessoas ha minha volta nao me deixam, mas se eu pudesse desatava agora aqui a dizer todas a palavras feias que conheço e se calahr ainda inventava mais algumas. mas como nao posso venho apenas escrever que é mais dificil do que pensava. porque na minha cabeça faz tudo tanto sentido, porque ate me parecia ser facil encontrar palavras. mas nao é.
é-me facil escrever de pessoas, coisas, sentimentos, saudades, devaneios e coisas que nao sao. mas nao me é facil escrever o que tem que ser escrito. e é uma m&%$ que assim seja.
preciso mesmo das palavras certas.
Why you run from me?
Perhaps too blind to see
Leave your hometown behind
Few are the ones who keep their dreams about the world
Don't need to sell your soul
Leave your own goals behind
Give up and take the first big step of your life...
Yeah, the race is long
And I'm not strong to realize
The end is near
Romanticize, improve your skills
And write.....
sábado, 18 de fevereiro de 2012
para quem nao sabe.
tenho saudades dos disparates que faziamos e diziamos e nos levavam a outras conversas.
tenho pena que quando ja nao ha disparates para falarmos nao haja sequer conversa.
mas é a vida. ha quem de facto nao tenha que ficar. pode ser que um dia tenhamos conversas normais.
tenho pena que quando ja nao ha disparates para falarmos nao haja sequer conversa.
mas é a vida. ha quem de facto nao tenha que ficar. pode ser que um dia tenhamos conversas normais.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
ela é tudo o que quero e nunca soube que tive.
ela é segura e doce ao mesmo tempo
Quero que saibas que eu gostava de estar desse lado, a aturar o seu mau humor e a vê-lo mudar depois do primeiro copo de vinho.
Gostava de me ter apaixonado por ela no primeiro dia que a vi, e não no segundo. Porque cada dia com ela é a certeza de que somos amados. Porque ela é sedução e alegria num só. Porque consegue o que quer com o poder do sorriso e a força do olhar.
Quero que saibas que ela é tudo o que quero e nunca soube que tive.
Aprende que a arritmia que sentes com ela é normal! E que a falta dela é um vazio igual à morte.
Espero que sejas tudo o que eu nunca fui.
Espero que a trates bem.
Porque se lhe partires o coração vais perdê-la para sempre.
Pudesse eu ter lido o futuro...
Quero que saibas que eu gostava de estar desse lado, a aturar o seu mau humor e a vê-lo mudar depois do primeiro copo de vinho.
Gostava de me ter apaixonado por ela no primeiro dia que a vi, e não no segundo. Porque cada dia com ela é a certeza de que somos amados. Porque ela é sedução e alegria num só. Porque consegue o que quer com o poder do sorriso e a força do olhar.
Quero que saibas que ela é tudo o que quero e nunca soube que tive.
Aprende que a arritmia que sentes com ela é normal! E que a falta dela é um vazio igual à morte.
Espero que sejas tudo o que eu nunca fui.
Espero que a trates bem.
Porque se lhe partires o coração vais perdê-la para sempre.
Pudesse eu ter lido o futuro...
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Vivo de saudades, amor
Sabe Deus que eu quis contigo ser feliz
Viver ao sol do teu olhar mais terno
Morto o teu desejo, vivo o meu desejo
Sonhos que sonhei, onde estão? - Horas que vivi, quem as tem?
De que serve ter coração e não ter o amor de ninguém?
Beijos que te dei, onde estão? - A quem foste dar o que é meu?
Vale mais não ter coração do que ter e não ter, como eu
Eu em troca de nada dei tudo na vida
Bandeira vencida, rasgada no chão
Sou a data esquecida, a coisa perdida que vai a leilão
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
preciso ter jeito com as palavras. trata-las bem. escolhe-las ainda melhor. trata-las bem para elas me dizerem bem. encontrar as correctas para nao me enganar. para me exprimir exactamente como preciso. como tem que ser. como é suposto. desta vez nao posso falhar. virgulas. pontos. acentos. palavras. preciso escrever. ideias. missoes. objectivos. conceitos. na minha cabeça é tao facil. mas as palavras sao tao dificeis. escolher palavras. parece facil. mas nao é. os primeiros pasos sao sempre dificeis. mas depois começamos a correr. e quando damos por nos estamos a voar. vou voar. hei-de voar. agora preciso so das palavras certas para dar os primeiros passos. é agora.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
true story!
"Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja.
Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia.
Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre."
Gabriel García Márquez
Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia.
Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre."
Gabriel García Márquez
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Eu sou corpo e mente,
Um corpo quente,
Que mente,
Que se arrepende,
Que se estende,
Que se distende,
E se desentende,
Um corpo que sente.
Eu sou corpo e tripa,
Um corpo-fita,
Que bica,
Que se trumbica,
Que se estripa,
Que se modifica,
E se vivifica,
Um corpo que fica.
Não, eu não sou um corpo utópico,
Eu sou a utopia feita corpo, a utopia corporificada,
Eu sou um corpo fragmentado, que se desintegra a cada pulsar do coração,
Eu sou um corpo doente, que geme, padece de angústia e aflição,
Um corpo que quer ser todos os corpos, que quer ter todos os corpos,
Um corpo de ideias e fantasias,
Um corpo de desejos e agonias,
Um corpo vivo.
O meu corpo não sente o tempo a passar, continua a querer-te e a desejar-te;
A minha mente não sente o tempo a passar, continua a pensar em ti;
Meu coração não sente o tempo a passar, continua a pulsar por ti;
Como sempre... desde sempre... desde antes mesmo de o princípio...
Vivo à sombra das palavras silenciadas, dos gestos reprimidos e dos olhares velados
nao é meu. mas podia muito bem ser.
Um corpo quente,
Que mente,
Que se arrepende,
Que se estende,
Que se distende,
E se desentende,
Um corpo que sente.
Eu sou corpo e tripa,
Um corpo-fita,
Que bica,
Que se trumbica,
Que se estripa,
Que se modifica,
E se vivifica,
Um corpo que fica.
Não, eu não sou um corpo utópico,
Eu sou a utopia feita corpo, a utopia corporificada,
Eu sou um corpo fragmentado, que se desintegra a cada pulsar do coração,
Eu sou um corpo doente, que geme, padece de angústia e aflição,
Um corpo que quer ser todos os corpos, que quer ter todos os corpos,
Um corpo de ideias e fantasias,
Um corpo de desejos e agonias,
Um corpo vivo.
O meu corpo não sente o tempo a passar, continua a querer-te e a desejar-te;
A minha mente não sente o tempo a passar, continua a pensar em ti;
Meu coração não sente o tempo a passar, continua a pulsar por ti;
Como sempre... desde sempre... desde antes mesmo de o princípio...
Vivo à sombra das palavras silenciadas, dos gestos reprimidos e dos olhares velados
nao é meu. mas podia muito bem ser.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
1...2...
Queria dizer-te que, quando te sinto ao meu lado, o meu coração bate mais forte.
Mas não posso
E confessar-te que, se frente a ti emudeço e me calo, é porque no teu olhar busco a aprovação daquilo que ainda não disse.
Mas não consigo
E poder revelar-te que se as minhas mãos se gelam quando te aperto, e se enterro com força as unhas na carne que me arde, que se coro e enrouqueço e sufoco num esforço,
é porque contenho o beijo que me quer saltar dos lábios para se fazer beijo nos teus.
Mas não sei como
Até ao dia.
Quando as palavras se fizerem beijo, e o sangue se fizer alma, e a carne se fizer ser. E aí te direi.
Que quando te sinto ao meu lado o meu coração dispara. E que se frente a ti emudeço, é porque te adoro. E que se me aperto e ardo, é porque te quero. Que tu, para mim, és.
E eu, em ti, sou.
sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus. amores que não conheci
Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz...
Meu amor eu sou tudo aqui.
Mas não posso
E confessar-te que, se frente a ti emudeço e me calo, é porque no teu olhar busco a aprovação daquilo que ainda não disse.
Mas não consigo
E poder revelar-te que se as minhas mãos se gelam quando te aperto, e se enterro com força as unhas na carne que me arde, que se coro e enrouqueço e sufoco num esforço,
é porque contenho o beijo que me quer saltar dos lábios para se fazer beijo nos teus.
Mas não sei como
Até ao dia.
Quando as palavras se fizerem beijo, e o sangue se fizer alma, e a carne se fizer ser. E aí te direi.
Que quando te sinto ao meu lado o meu coração dispara. E que se frente a ti emudeço, é porque te adoro. E que se me aperto e ardo, é porque te quero. Que tu, para mim, és.
E eu, em ti, sou.
sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus. amores que não conheci
Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz...
Meu amor eu sou tudo aqui.
jig....
The best thing you ever had has gone away
There's an empty space inside my heart
Where the weeds take root
And now I'll set you freeI'll set you free
Before you run away from me
Before you're lost between the notes
The beat goes round and round
Jigsaw falling into place
There is nothing to explain
Regard each other as you pass
She looks back, you look back
Not just once, not just twice
There's an empty space inside my heart
Where the weeds take root
And now I'll set you freeI'll set you free
Before you run away from me
Before you're lost between the notes
The beat goes round and round
Jigsaw falling into place
There is nothing to explain
Regard each other as you pass
She looks back, you look back
Not just once, not just twice
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Uma estrada infinita
hoje acordei. nem sei como. isto tocou no radio. e passei o dia a pensar. em ti. nos momentos. poucos. nas saudades. muitas. no grande que es. passei o dia ha procura de uma resposta. porque é que me ficaste importante? porque é que penso em ti? porquê?
nunca gostei de pedro abrunhosa. e ja to disse. e ja te gozei. e hoje dei por mim a ouvi-lo e a nao me importar. a nao lhe chamar nomes. e nao mudar de radio.
os gostos musicais afinal tambem mudam com o tempo. ou connosco.
odeio o que sinto quando estou contigo. e quando nao estou. e quando te penso. e quando nao te quero pensar. e quando nao te consigo sentir normal. porque nos nao somos normais.
Um desejo apertado
Uma noite esquecida
Um suspiro escondido
Numa pele de mulher
Um encontro em segredo
Dois corpos despidos
Abraçados no nada
Uma estrela cadente
Um olhar que se afasta
Perdes-te comigo
Porque o mundo é o momento
perdes-te ou perdeste. as vezes faz a diferença.
nunca gostei de pedro abrunhosa. e ja to disse. e ja te gozei. e hoje dei por mim a ouvi-lo e a nao me importar. a nao lhe chamar nomes. e nao mudar de radio.
os gostos musicais afinal tambem mudam com o tempo. ou connosco.
odeio o que sinto quando estou contigo. e quando nao estou. e quando te penso. e quando nao te quero pensar. e quando nao te consigo sentir normal. porque nos nao somos normais.
Um desejo apertado
Uma noite esquecida
Um suspiro escondido
Numa pele de mulher
Um encontro em segredo
Dois corpos despidos
Abraçados no nada
Uma estrela cadente
Um olhar que se afasta
Perdes-te comigo
Porque o mundo é o momento
perdes-te ou perdeste. as vezes faz a diferença.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
i like to keep some things to myself.
I like to keep my issues strong
And I'm damned if I do and I'm damned if I don't
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
| taeper ni |
Can you dry your eyes and laugh
Can you show me your heart once more
Can you breath a new life now
Can I freeze this moment with you
Can my hand fix your heart and... you
Did you ever touch the ground?
Can we sing `out of time` in repeat, and look both of us underneath
or forget and reset
Cause the beat will change your life, and the sweat will turn you on, and your veins will shine outside
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
365
One night of magic rush
The start of simple touch
One night to push and scream
please don't go
I want you so
I can't let go
For I lose control
the taste of your lips, I'm on a ride
You're toxic, I'm slipping under
the taste of a poison, I'm in paradise
I'm addicted to you
Don't you know that you're toxic?
hoje lembrei-me muito de quem nao quis ser marca mais funda no meu bau de memorias.
mas ainda bem que houve uma marca ligeira.
fizeste e fazes diferença.
The start of simple touch
One night to push and scream
please don't go
I want you so
I can't let go
For I lose control
the taste of your lips, I'm on a ride
You're toxic, I'm slipping under
the taste of a poison, I'm in paradise
I'm addicted to you
Don't you know that you're toxic?
hoje lembrei-me muito de quem nao quis ser marca mais funda no meu bau de memorias.
mas ainda bem que houve uma marca ligeira.
fizeste e fazes diferença.
sábado, 28 de janeiro de 2012
2.8

"Da vida não quero muito. Quero apenas saber que tentei tudo que quis, tive tudo o que pude, amei tudo o que valia e perdi apenas o que, no fundo, nunca foi meu."
- Vou ser uma gaivota...
- Tu já es uma Gaivota.
forgive my blindness. i guess i was just breathing. forgive my blindness. forget my distance. you're more than a friend.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
2.8
domingo, 15 de janeiro de 2012
yes. it's a gift.
tive um fim de semana enorme. nao em dias. mas em coisas. tantas coisas que nem tenho palavras para descrever. tantos sentimentos bons que me sinto completamente cheia. poucas pessoas mas todas maravilhosas. muitas coisas diferentes. tao diferentes que nem sequer estao relacionadas. tao diferentes que nem teem comparação. mas o sentimento é o mesmo. ou maior. maior numas que outras. porque assim quiseram que fosse. porque nao interessa o tamanho. os sentimentos sao grandes. tao grandes que eu estou no ceu. e choveu mas nao faz mal. o sol esta ca dentro. connosco. em nos. em ti. em mim. neles. sempre eles. o eles que somos nos. e o nos que é nosso. e aquilo que nunca te disse mas nao faz mal. e o abraço que te dei. e o que somos. e o que fomos. e o que vamos ser. o que vamos sendo. e o amanha que ninguem sabe. e a esperança que nao se perde. e aquilo em que ja nem penso mas acontece. it's you. and I. in diferent times. it's just a matter of you. and I. try to fly away. I'll probably be there. waiting for your word. trust. trust in me. trust in you. e aquilo que tinhas medo de sentir. e aquilo que nao queres sentir. e o conforto qu enao te deixa arriscar. e o medo que nao te deixa voar. red. green. blue. it's true. there's no dance in the dark. let the Firework start. follow me and then we'll go round and round again. you're not alone. believe in your own. there's no excuse now. you'll be Yourself somehow. my head is now so strong. i'm not afraid anymore. if you como back right trough that door. but you are never quick enough.i can do whatever i need. and fight for what i love. and dance as much as i breath. it's time to get it done. e as tuas maos. o toque das tuas maos nas minhas. os meus braços nas tuas costas. as costas mais bonitas do mundo. o melhor sitio do mundo. gostava de poder fugir para ai mais vezes. ai estou bem. ai sinto-me tao bem. e se tu soubesses o que penso. e se tu lesses o que escrevo. e se tu imaginasses que é para ti que escrevo tantas vezes. um dia digo-te que tens razao e que é teu o que escrevo. mas nao estou preparada para isso. e tu tambem nao. por isso escrevo. escrevo sem sentido. sem ti. senti. em ti. por ti. por mim. we could be so free. nobody understands. one day you'll dance this song with me. one day you'll ask me how i did. [always remember]. you can dream now. you can love me now. you can hug me now. you can ask me how. you can feel it now. you can make it now. es talvez a unica pessoa neste mundo, neste momento, a quem diria sim sem hesitar. want to tell you I Love You 'cause i really do. want to give you the answers if you ask me to. too perfect together. and if you say yes, the right time to make a change. there's no need to undertand. just do domething else. we can turn our lives around. full of colours. it's easy to understand. try a different view. you can turn my life around.
If You're Lost. sometimes we all feel down. EXPLODE your LOVE. your feet will never, ever, touch the ground.
kill all your fears. you're not strong. nunca foste. faltou-te a coragem de me enfrentar. de te confrontar. de me ver. de perceber. nunca quiseste entender o que era facil. e agora pensas que sabes. eu ja nao sei se sei. e tu nunca soubeste. the race is long. nao entendo. nunca entendi. why you run from me. perhaps too blind to see. you are the one who keep the dreams around the world. give up and take the first big step of your life. nao eras cobarde. nao tinhas medo. sempre foste fiel aos teus principios. e depois deixas de ser. leave your hometown behind. don't need to sell your soul. so mais uma noite. como a primeira. ou a segunda. ou aquela que pensamos mas nunca tivemos. ate de manha. always better if you wait for the sunrise. ja nao te sinto como antes. mas ha sempre em mim uma certa pena da quantidade de medo que corre dentro de ti. da falta de coragem que tens em arriscar. do facto de te teres deixado prender para nao estares so. there's still be me. e as coisas que disseste e nao cumpriste. want to tell you once again. perhaps the stars are now so bright. i want to take you back in time. want to hold you once again. i wanna show you there's no time. i wanto to have you by my side. would you mind if lay you down at night. i want to go but there's something i can not explain. tonight. stay with me. hoje. ontem. amanha. para a semana. no proximo mes. para o ano. leave the boys. leave the girls. leave it all behind. trust your dreams and your thoughts. it's a matter of time. o tempo que decide tanto. why don't we try. and break all the rules. escrevo sem sentido. ja nao sei nada. sem nada. so aquilo que me preenche por dentro. aquilo que ficara a preencher-me ate ter mais um dia como os dias que passaram. everything is perfect. daqui a uns dias ha mais. mais de tudo. mais do mesmo. mais do que me preenche. ha um dom que me enche a alma. e o coração. e a cabeça. e os olhos. e o sorriso que fica grande. e o coração que fica pequenino. e que me deixa a escrever sem sentido. she's flying so high. voas tao alto. quero ser asas para te levar mais longe ainda. dar-te-ei o que precisas para teres umas asas do tamanho do ceu. um. dois. abraçaremos o mundo. e nada nos fara perder. quando entenderes isso seremos tao grandes que mais ninguem se conseguira por entre nos. seremos tao grandes. ficarei ha espera. in repeat. pacientemente ha espera. ha espera sem esperar. ha espera vivendo. viverei com tempo. aproveitarei a espera para fazer tudo. porque sei que quando vieres sera a serio. 'cause the beat will change your life. and the sweat will turn you on. quero curar-te. quero-te fazer-te tocar o chao. e o ceu sera nosso. e um dia vamos sentir. sentir-nos. can i freze this moment with you?
forget and reset.
If You're Lost. sometimes we all feel down. EXPLODE your LOVE. your feet will never, ever, touch the ground.
kill all your fears. you're not strong. nunca foste. faltou-te a coragem de me enfrentar. de te confrontar. de me ver. de perceber. nunca quiseste entender o que era facil. e agora pensas que sabes. eu ja nao sei se sei. e tu nunca soubeste. the race is long. nao entendo. nunca entendi. why you run from me. perhaps too blind to see. you are the one who keep the dreams around the world. give up and take the first big step of your life. nao eras cobarde. nao tinhas medo. sempre foste fiel aos teus principios. e depois deixas de ser. leave your hometown behind. don't need to sell your soul. so mais uma noite. como a primeira. ou a segunda. ou aquela que pensamos mas nunca tivemos. ate de manha. always better if you wait for the sunrise. ja nao te sinto como antes. mas ha sempre em mim uma certa pena da quantidade de medo que corre dentro de ti. da falta de coragem que tens em arriscar. do facto de te teres deixado prender para nao estares so. there's still be me. e as coisas que disseste e nao cumpriste. want to tell you once again. perhaps the stars are now so bright. i want to take you back in time. want to hold you once again. i wanna show you there's no time. i wanto to have you by my side. would you mind if lay you down at night. i want to go but there's something i can not explain. tonight. stay with me. hoje. ontem. amanha. para a semana. no proximo mes. para o ano. leave the boys. leave the girls. leave it all behind. trust your dreams and your thoughts. it's a matter of time. o tempo que decide tanto. why don't we try. and break all the rules. escrevo sem sentido. ja nao sei nada. sem nada. so aquilo que me preenche por dentro. aquilo que ficara a preencher-me ate ter mais um dia como os dias que passaram. everything is perfect. daqui a uns dias ha mais. mais de tudo. mais do mesmo. mais do que me preenche. ha um dom que me enche a alma. e o coração. e a cabeça. e os olhos. e o sorriso que fica grande. e o coração que fica pequenino. e que me deixa a escrever sem sentido. she's flying so high. voas tao alto. quero ser asas para te levar mais longe ainda. dar-te-ei o que precisas para teres umas asas do tamanho do ceu. um. dois. abraçaremos o mundo. e nada nos fara perder. quando entenderes isso seremos tao grandes que mais ninguem se conseguira por entre nos. seremos tao grandes. ficarei ha espera. in repeat. pacientemente ha espera. ha espera sem esperar. ha espera vivendo. viverei com tempo. aproveitarei a espera para fazer tudo. porque sei que quando vieres sera a serio. 'cause the beat will change your life. and the sweat will turn you on. quero curar-te. quero-te fazer-te tocar o chao. e o ceu sera nosso. e um dia vamos sentir. sentir-nos. can i freze this moment with you?
forget and reset.
um. dois.
entre a cabeça e o coração. entre a razão e a emoção. entre o perfeito e o mais que perfeito. entre a cor e o preto e branco. entre o sol e a lua. entre tu e eu. entre eu e eles. entre a Amizade e o Amor. entre o inverno e a primavera. entre as minhas mãos e as tuas. entre o meu abraço mais puro e o que nao te dou.
[we all have love inside. we are all insane.]
[we all have love inside. we are all insane.]
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Sempre Tu.
pequeno caos que mergulha em ti, que te faz transbordar. que te faz pôr em causa quem és. onde queres ser. batalhas em campos virgens, sem armas, mas sangras. segues o chao molhado. eco vazio. segues sempre sem olhar para tras. perdida. em trilhos descompasada. ha volta de si. duvidas. incertezas. medos. desejos. tudo tem um lugar dentro de ti. tudo te faz mover sem chao.
voas. livre. e ao mesmo tempo presa a todas as ilusoes que te empurram contra a parede que te fazem pensar que tens. que deves. mas talvez nao. eu digo-te que nao. a ilusao provem de imagens desenhadas por outras maos.
dou-te corpo. dou-te vontade. deixo-te escolher.
atreve-te. perde-te. lança-te. entrega-te ao tempo que urge na penumbra de um sorriso poente.
é agora. chegou o momento. sê quem tu quiseres. o que quiseres. perto. quente. trazer-te dentro. comigo. seras sempre tu.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
ha coisas...
impossiveis de explicar. e o que eles me provocam é uma delas. o que a voz dela me faz é indescritivel. o que as letras deles significam para mim é tudo. claro que todos interpretamos as musicas como queremos e que a forma como as ouço e interpreto nao significa que eles tenham escrito exactamente aquilo em que penso. mas para mim faz todo o sentido. e conseguem sempre emocionar-me ao ouvir algo pela primeira vez. como quando uma mãe sente orgulho no filho por ter feito algo bem. orgulho-me deles e de tudo o que ja passaram para chegarem aqui. orgulho-me que hajam pessoas assim. porque mais que musicos eles tambem sao um bom exemplo. aquilo que todos deveriamos ser. DIY. Do It Yourself. porque eles teem uma historia que devia inspirar muita gente. porque podem ate nem gostar deles. e ela pode ter voz de homem. e podem ser arrogantes. podem ser o que lhes quiserem chamar. para mim sao os melhores. dos melhores. e conseguem ser sempre unicos. e sao uma inspiração.
e lançaram mais um CD. e eu nao consigo ir dormir porque quero ouvi-lo ate ao fim. e estou desejosa de acordar para o ir buscar ha loja.
podem chamar-me maluca. doente. fanatica. i don't care. gosto deles e nao o nego a ninguem. gosto deles e mesmo que hajam musicas que nao me entram nem por nada no ouvido (porque nao podemos gostar smepre de tudo claro) gosto da forma como eles nao desistiram. nao desistem. porque é tudo menos facil. mas eles continuam. e eu gosto muito de pessoas assim.
e lançaram mais um CD. e eu nao consigo ir dormir porque quero ouvi-lo ate ao fim. e estou desejosa de acordar para o ir buscar ha loja.
podem chamar-me maluca. doente. fanatica. i don't care. gosto deles e nao o nego a ninguem. gosto deles e mesmo que hajam musicas que nao me entram nem por nada no ouvido (porque nao podemos gostar smepre de tudo claro) gosto da forma como eles nao desistiram. nao desistem. porque é tudo menos facil. mas eles continuam. e eu gosto muito de pessoas assim.
domingo, 8 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
PRIMAVERA
There's no excuse
be yourself somehow
What about those ballads and those crazy words
What about the colours and ironic songs
Dream about the spring
Things will change
Flowers will rise
Your personal prize
Just open your eyes
Keep moving and discover, there are pretty things about your life.
a Primavera está quase a chegar. e este Inverno que foi cheio de sol. e o sol que continua a vir todos os dias. sou mais feliz com sol. a Primavera este ano vem mais cedo. e eu sou mais feliz ainda por causa disso.
be yourself somehow
What about those ballads and those crazy words
What about the colours and ironic songs
Dream about the spring
Things will change
Flowers will rise
Your personal prize
Just open your eyes
Keep moving and discover, there are pretty things about your life.
a Primavera está quase a chegar. e este Inverno que foi cheio de sol. e o sol que continua a vir todos os dias. sou mais feliz com sol. a Primavera este ano vem mais cedo. e eu sou mais feliz ainda por causa disso.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
And it starts...
talvez nao seja a melhor musica para começar 2012, ou terminar 2011. mas hoje apetece-me que seja.
i'm black!
“A cor, tanta cor, tanta luz. Durante algum tempo temi que não houvesse espaço para a ausência de luz, para o negro, que tantas vezes acerca o nosso sentir, que não tem que ser triste, mas sim a mistura de todas as cores, aquela que absorve todos os raios luminosos, mas que não reflecte nenhum. Que concentra todos os nossos sentimentos, os mais íntimos, os mais belos."
Sónia Tavares
Li isto e fez tanto sentido como se tivesse sido eu a dize-lo. e no final ainda pensei "porque é que nunca tinha encontrado estas palavras para o descrever?"
ela é a maior, e eu gosto muito de preto. e dela.
agora vou ali preparar-me para amanha, que 2012 vem ai e tenho que estar pronta para lhe dar as boas vindas. estarei de preto. engraçado.
"todos os sentimentos", so isso.
Sónia Tavares
Li isto e fez tanto sentido como se tivesse sido eu a dize-lo. e no final ainda pensei "porque é que nunca tinha encontrado estas palavras para o descrever?"
ela é a maior, e eu gosto muito de preto. e dela.
agora vou ali preparar-me para amanha, que 2012 vem ai e tenho que estar pronta para lhe dar as boas vindas. estarei de preto. engraçado.
"todos os sentimentos", so isso.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
2011 POP
em 2011 fui mais POP que nos outros anos. tambem fui mais Indie que nos outros anos. no fundo acho que em 2011 dancei mais que nos outros anos. e ainda bem!
venham mais anos assim.
See the sunlight, we ain't stopping
Keep on dancing til the world ends
[If you feel it, let it happen]
Keep on dancing til the world ends
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
it's the way i'm feeling. i just can't deny.
assumo este como o meu vicio de 2011.
apesar de os The Gift e o seu novo CD me terem dado a volta ha cabeça, e ao coração, e as letras deles continuarem a dizer tudo o que quero dizer. esta musica apareceu quase no final do ano e veio dar assim uma lufada de ar fresco á banda sonora da minha vida.
e eu adoro dança-la que nem uma maluquinha enquanto trabalho.
Jigsaw falling into place
There is nothing to explain
Regard each other as you pass
She looks back, you look back
Not just once, not just twice
ainda a uns dias de terminar o ano começam as reflexões a aparecer, o sentimento de que mais um ciclo esta a terminar, o pensamento de "sera que fiz tudo o que queria? sera que fiz tudo o que era suposto? o que andei eu a fazer este ano?"
nesta altura ha sempre tempo para reflectir sobre tudo aquilo que durante o ano por vezes nos passa ao lado. ha uns dias que tenho pensado de fato no que andei a fazer este ano. e foi tanta coisa. nao consigo, nem quero, explicar tudo. mas posso afirmar com toda a certeza que foi um dos anos em que mais creci e mais aprendi. foi um ano cheio de aventuras, cheio de pessoas, umas que ja foram outras que ficaram, mas cheio. tenho o coração maior agora, com mais gente la dentro. consegui guardar quase toda a gente, aqueles que importam de facto.
foi um ano cheio. um ano em cheio. um ano com tantas coisas e com tao pouco ao mesmo tempo. aprendi muito. resolvi tantos quebra-cabeças, resolvi a minha cabeça, pus o coração no sitio dele. hoje posso dizer que foi um ano em que cresci muito. um ano surpreendentemente grande que passou num instante. foi tudo demasiado rapido. todos os anos penso que foi rapido. todos os anos prometo a mim propria desfrutar mais de tudo porque chego sempre ha conclusao que é rapido. este ano desfrutei sempre que me foi permitido fazê-lo. foi um ano em grande. há grande. consegui quase tudo o que queria, o que nao consegui percebi exactamento o porque de nao o ter conseguido. estou mais lucida agora.
um ano que me deixou lucida. deixemos a cegueira para os que querem viver nela. com ela. eu estou lucida e gosto.
estou mais feliz que nunca. mais realizada que nunca. com o coração cheio. com o sorriso sincero. estou iluminada. e estou muito bem.
um ano de quebra cabeças, resolvidos.
obrigada 2011 e a todos os que dele fizeram parte.
domingo, 25 de dezembro de 2011
overdose natalícia
just because it's christmas (and at christmas people tell the truth), to me you are perfect.
E porque no Natal é suposto fazermos as pazes nem que seja conosco e de alguma forma ficarmos em paz, até porque o ano está a terminar e é bom que termine bem... Quero apenas que todos estejam bem, que estejam em paz consigo mesmos e consigam ser, acima de tudo, felizes.
Sorriam com o coração e a vida será muito melhor.
Hoje queria apenas ter um abraço daqueles que me marcaram neste ano, sendo tu umas das principais pessoas que queria abraçar hoje, que nao estando presente neste ano e sem quereres me ensinaste e mostraste muito. Percebi muita coisa com a tua presença ausente. Obrigada.
Tive um ano repleto de pessoas que nao so passaram pela minha vida mas também a marcaram, outras que já foram, mas, a maioria, que fica.. Mais presente ou mais ausente, fica. E ainda bem que ficam. Foi um ano cheio. Mas ainda faltam uns dias, ainda tenho tempo para as reflexões finais. Por hoje é so um feliz natal que quero desejar e um abraço enorme aos que sabem que teem sempre os meus braços. Hoje apetece-me dizer muitas coisas. Mas nao é aqui. A ti digo-te apenas obrigada.
Feliz natal.
E porque no Natal é suposto fazermos as pazes nem que seja conosco e de alguma forma ficarmos em paz, até porque o ano está a terminar e é bom que termine bem... Quero apenas que todos estejam bem, que estejam em paz consigo mesmos e consigam ser, acima de tudo, felizes.
Sorriam com o coração e a vida será muito melhor.
Hoje queria apenas ter um abraço daqueles que me marcaram neste ano, sendo tu umas das principais pessoas que queria abraçar hoje, que nao estando presente neste ano e sem quereres me ensinaste e mostraste muito. Percebi muita coisa com a tua presença ausente. Obrigada.
Tive um ano repleto de pessoas que nao so passaram pela minha vida mas também a marcaram, outras que já foram, mas, a maioria, que fica.. Mais presente ou mais ausente, fica. E ainda bem que ficam. Foi um ano cheio. Mas ainda faltam uns dias, ainda tenho tempo para as reflexões finais. Por hoje é so um feliz natal que quero desejar e um abraço enorme aos que sabem que teem sempre os meus braços. Hoje apetece-me dizer muitas coisas. Mas nao é aqui. A ti digo-te apenas obrigada.
Feliz natal.
sábado, 24 de dezembro de 2011
aqui.
Já madruguei nos teus braços
Toquei-te a boca num beijo sem fim
Já foste minha nesse sonho que acabou
Já foste a luz que agora o tempo apagou
Eram os teus lépidos olhos
Que davam corda no meu coração
Agora encosto-me à saudade de nós dois
Abra a janela para a luz que vem depois
[quero continuar a sonhar....]
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
where there's a Will there's a Way.
Tu és, sempre foste, a pessoa que melhor me conhece, aquela que me faz sorrir da forma mais genuína e a que me conforta e fortalece como nenhuma outra. És a alegria dos dias que passam, a serenidade das noites de aconchego, o riso desbragado de cumplicidade, o prazer desmedido forjado na cama e a preocupação constante. Porque amar-te também é isso, esta inquietação de te querer bem. E és a impaciência dos dias que não chegam e a saudade do tempo que não corre, e a angústia da ausência, e o frio de uma cama vazia e a tristeza de te não ver entrar em casa. E a esperança. A esperança e a convicção dos dias que vão chegar e a certeza, esta enorme certeza, de que valeu e vai valer a pena. Ou não fosses tu o meu amor maior.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
life must go ON
It's hard but you know it's worth the fight
'Cause you know you've got the truth on your side
When the accusations fly, hold tight
Don't be afraid of what they'll say
Who cares what cowards think, anyway
They will understand one day, one day
It's hard, hard when you're here all alone
And every else has gone home
Harder to know right from wrong
When all objectivities gone
And it's gone
But you still carry on
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
L'important c'est la rose
O Amor é um milagre da nossa vida — «e não há milagres em segunda mão».
"Escolha feita inconsciente
Homem feliz, mulher carente
A linda rosa perdeu pro cravo"
Armemo-nos de jardins de prazer, que os cravos só não chegam.
"Escolha feita inconsciente
Homem feliz, mulher carente
A linda rosa perdeu pro cravo"
Armemo-nos de jardins de prazer, que os cravos só não chegam.
"curas"
«Mas o calor, que é tudo o que é bom, só acontece quando nada é claro»
«É liberdade pr’aqui, é liberdade pr’ali. Toda a gente diz, toda a gente quer. Mas querendo ou não, ninguém lhe dá a mão… E todos querem a prisão de uma mulher”
é tao simples! finalmente o percebo e compreendo. O Amor, é tao facil, é tao simples... é so estarmos predispotos a nao querer sofrer mais com ele e deixá-lo mostrar-nos. é so termos a paciência e a força para o conseguir observar de fora, deixar a nossa mente estudar o coração. deixar o coração ensinar a mente. é tao simples. a partir de hoje sou mais forte porque sei isto. mas tambem sei que me vai ser mais dificil encontrar um Amor ha minha altura. cada vez mais dificil o é. mas nao faz mal. tenho demasiado Amor para dar, sei que sera dificil encontrar uma so pessoa sem medo para o receber. sei que nao ha muita gente preparada para tudo isto. mas eu tenho-o e tenho-o para o dar. e vou dá-lo e ensinar tudo aquilo que sei sobre ele. vou explicar como é o Amor aos meus olhos porque ja aprendi muito com ele e sei que nao é facil. vou Amar e deixar que as pessoas Amem. podem ate nao me Amar a mim, desde que me deixem Amá-las.
é demasiado o Amor dentro de mim, e era isso que me fazia sofrer e andar smepre carregada de sentimentos, que pensava serem negativos porque eram incompreendidos. nem eu propria me compreendia. nao sei como aconteceu, mas agora compreendo.
e ainda bem.
«É liberdade pr’aqui, é liberdade pr’ali. Toda a gente diz, toda a gente quer. Mas querendo ou não, ninguém lhe dá a mão… E todos querem a prisão de uma mulher”
é tao simples! finalmente o percebo e compreendo. O Amor, é tao facil, é tao simples... é so estarmos predispotos a nao querer sofrer mais com ele e deixá-lo mostrar-nos. é so termos a paciência e a força para o conseguir observar de fora, deixar a nossa mente estudar o coração. deixar o coração ensinar a mente. é tao simples. a partir de hoje sou mais forte porque sei isto. mas tambem sei que me vai ser mais dificil encontrar um Amor ha minha altura. cada vez mais dificil o é. mas nao faz mal. tenho demasiado Amor para dar, sei que sera dificil encontrar uma so pessoa sem medo para o receber. sei que nao ha muita gente preparada para tudo isto. mas eu tenho-o e tenho-o para o dar. e vou dá-lo e ensinar tudo aquilo que sei sobre ele. vou explicar como é o Amor aos meus olhos porque ja aprendi muito com ele e sei que nao é facil. vou Amar e deixar que as pessoas Amem. podem ate nao me Amar a mim, desde que me deixem Amá-las.
é demasiado o Amor dentro de mim, e era isso que me fazia sofrer e andar smepre carregada de sentimentos, que pensava serem negativos porque eram incompreendidos. nem eu propria me compreendia. nao sei como aconteceu, mas agora compreendo.
e ainda bem.
domingo, 11 de dezembro de 2011
true
Não há amor como o primeiro. Mais tarde, quando se deixa de crescer, há o equivalente adulto ao primeiro amor — é o primeiro casamento; mas não é igual. O primeiro amor é uma chapada, um sacudir das raízes adormecidas dos cabelos, uma voragem que nos come as entranhas e não nos explica. Electrifica-nos a capacidade de poder amar. Ardem-nos as órbitas dos olhos, do impensável calor de podermos ser amados. Atiramo-nos ao nosso primeiro amor sem pensar onde vamos cair ou de onde saltámos. Saltamos e caímos. Enchemos o peito de ar, seguramos as narinas com os dedos a fazer de mola de roupa, juramos fazer três ou quatro mortais de costas, e estatelamo-nos na água ou no chão, como patos disparados de um obus, com penas a esvoaçar por toda a parte.
Há amores melhores, mas são amores cansados, amores que já levaram na cabeça, amores que sabem dizer “Alto-e-pára-o-baile”, amores que já dão o desconto, amores que já têm medo de se magoarem, amores democráticos, que se discutem e debatem. E todos os amores dão maior prazer que o primeiro. O primeiro amor está para além das categorias normais da dor e do prazer. Não faz sentido sequer. Não tem nada a ver com a vida. Pertence a um mundo que só tem duas cores — o preto-preto feito de todos os tons pretos do planeta e o branco-branco feito de todas as cores do arco-íris, todas a correr umas para as outras.
Podem ficar com a ternura dos 40 e com a loucura dos 30 e com a frescura dos 20 — não há outro amor como o amor doentio, fechado-no-quarto, o amor do armário, com uma nesga de porta que dá para o Paraíso, o amor delirante de ter sempre a boca cheia de coração e não conseguir dizer coisa com coisa, nem falar, nem pedir para sair, nem sequer confessar: “Adeus Mariana — desta vez é que me vou mesmo suicidar.” Podem ficar (e que remédio têm) com o «savoir-faire» e os «fait-divers» e o “quero com vista pró mar se ainda houver”. Não há paz de alma, nem soalheira pachorra de cafunés com champagne, que valha a guerra do primeiro amor, a única em que toda a gente perde e toda a gente morre e ninguém fica para contar como foi.
Não há regras para gerir o primeiro amor. Se fosse possível ser gerido, ser previsto, ser agendado, ser cuidado, não seria primeiro. A única regra é: «Não pensar, não resistir, não duvidar». Como acontece em todas as tragédias, o primeiro amor sofre-se principalmente por não continuar. Anos mais tarde, ainda se sonha retomá-lo, reconquistá-lo, acrescentar um último capítulo mais feliz ou mais arrumado. Mas não pode ser. O primeiro amor é o único milagre da nossa vida — «e não há milagres em segunda mão». É tão separado do resto como se fosse uma primeira vida. Depois do primeiro amor, morre-se. Quando se renasce há uma ressaca.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'
Há amores melhores, mas são amores cansados, amores que já levaram na cabeça, amores que sabem dizer “Alto-e-pára-o-baile”, amores que já dão o desconto, amores que já têm medo de se magoarem, amores democráticos, que se discutem e debatem. E todos os amores dão maior prazer que o primeiro. O primeiro amor está para além das categorias normais da dor e do prazer. Não faz sentido sequer. Não tem nada a ver com a vida. Pertence a um mundo que só tem duas cores — o preto-preto feito de todos os tons pretos do planeta e o branco-branco feito de todas as cores do arco-íris, todas a correr umas para as outras.
Podem ficar com a ternura dos 40 e com a loucura dos 30 e com a frescura dos 20 — não há outro amor como o amor doentio, fechado-no-quarto, o amor do armário, com uma nesga de porta que dá para o Paraíso, o amor delirante de ter sempre a boca cheia de coração e não conseguir dizer coisa com coisa, nem falar, nem pedir para sair, nem sequer confessar: “Adeus Mariana — desta vez é que me vou mesmo suicidar.” Podem ficar (e que remédio têm) com o «savoir-faire» e os «fait-divers» e o “quero com vista pró mar se ainda houver”. Não há paz de alma, nem soalheira pachorra de cafunés com champagne, que valha a guerra do primeiro amor, a única em que toda a gente perde e toda a gente morre e ninguém fica para contar como foi.
Não há regras para gerir o primeiro amor. Se fosse possível ser gerido, ser previsto, ser agendado, ser cuidado, não seria primeiro. A única regra é: «Não pensar, não resistir, não duvidar». Como acontece em todas as tragédias, o primeiro amor sofre-se principalmente por não continuar. Anos mais tarde, ainda se sonha retomá-lo, reconquistá-lo, acrescentar um último capítulo mais feliz ou mais arrumado. Mas não pode ser. O primeiro amor é o único milagre da nossa vida — «e não há milagres em segunda mão». É tão separado do resto como se fosse uma primeira vida. Depois do primeiro amor, morre-se. Quando se renasce há uma ressaca.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quero sossegar-te.
«O que eu mais queria neste mundo era sossegar. Eis um verbo que é preciso redimir. Sossegar não é descansar, nem traz felicidade, nem se assemelha, senão superficialmente, à paz ou à tranquilidade. Não quero acalmar-me, ou serenar, ou assentar. O sossego é um estado de bonança. O sossego é um estado de excepção, em que a alma vem ao encontro do corpo. Pode sossegar-se em momentos de grande agitação, de um acesso de amor, em que esse amor parece lucidez. É este o sossego com que sonho — uma presença consciente de verdade no que se sente -, oposto à parança estúpida, queda e adormecida, falsa, aquém da alerta. Não gosto do sossego como alívio ou interrupção. Nem gosto da maneira como se usa o verbo descansar, que deveria significar repousar (recuperar as forças, etc.) em vez de sossegar, como por exemplo: «Ainda bem que me avisaste, porque assim fico mais descansada». É tão ridículo como uma criada dizer: «A senhora não pode vir ao telefone porque está a sossegar». Na época do stress e dos calmantes, das psicoterapias e das manias new age, sossegar foi destituído da sua beleza própria, da sua frescura, da sua actividade. Sossegar não é descansar - não é uma consequência do cansaço. Quando Rebelo da Silva, citado por Moraes, que por sua vez cita o dicionário de Freire, diz «O coração não sossega, a vida cansa», ambas as coisas são verdadeiras, mas a associação é enganadora, porque o coração não sossega por causa de a vida cansar. Há cansaços bons. Não. O coração não sossega, porque não tem com que sossegar. Mais que a felicidade e a paz, o mundo precisa de sossegar. O sossegamento é a forma mais precisa de liberdade. Mas não é uma liberdade negativa (estar livre de medos, de constrangimentos, de opressões), mas uma liberdade positiva — uma liberdade para sentir o que se sente e confiar no que se sente, e ter tempo, e vontade, e confiança no que se faz. Quando se olha para o rosto duma pessoa amada, ou se recebe dela um gesto de amor, sossega-se. Quando se sabe de antemão o que vai acontecer, ou como alguém se vai comportar, sossega-se. Quando se participa num acto de bondade, ou se assiste a um, sossega-se. Quando se é desculpado, sossega-se. Quando se faz uma promessa ou um plano que sabemos que se irá cumprir, sossega-se. Isso é sossegar. Quando dois amantes decidem ter um filho, por muito medo que isso possa provocar, sossega-se. Quando aparece um amigo sem avisar, interrompendo tudo o que se tencionava fazer, sossega-se. Quando se está a lutar contra a injustiça e a maldade, com todas as forças que se tem, sossega-se. Quando se lê um poema ou uma história bonita, por muito triste que seja, sossega-se. Quando se acredita em Deus. Isso, sim, é sossegar. Gosto de sossegar como verbo transitivo. Sossegar só por si não chega. É mais bonito sossegar alguém. Quando se pede «Sossega o meu coração» e se consegue sossegar. Quando se sai, quando se faz um esforço para sossegar alguém. E não é adormecendo ou tranquilizando, em jeito de médico a dar um sedativo, que se sossega uma pessoa. É enchendo-lhe a alma de amor, confiança, alegria, esperança e tudo o mais que é o presente a tornar-se, de repente, futuro. É o futuro que sossega. «Amanhã vamos passear» sossega mais que «Não te preocupes» ou «Deixa lá, que eu trato disso». A aquietação, como o sono, é uma espécie de morte. Sossegar não é jazer. É viver. Uma pessoa sossegada é capaz de deitar abaixo uma floresta. O sossego não é um descanso — é uma força. Não é estar isolado e longe, deixado em paz - é estar determinado no meio do turbilhão da vida. O sossego é, em grande parte, uma expressão espiritual de segurança. Sossegar é saber com o que se conta, desde o azul do céu aos irmãos. O coração sossega em quem se conhece. Sossegar é conhecer uma totalidade, as coisas feias ou bonitas, mas previsíveis e familiares. É por isso que sossega olhar para um rosto amado, que se conhece, ouvir a voz dessa pessoa, mesmo quando está a dizer disparates. Não há falinhas mansas que tragam o sossego dos gritos duma pessoa com quem se pode contar. E um alívio. Só a ordem pode sossegar, por muito alterosa que seja. A tempestade sossega o marinheiro que conhece bem o barco e o mar. No nosso tempo as pessoas querem o sossego menor das sopas e do descanso. Serem «deixadas» dalguma forma ou doutra: «Eu quero é que me deixem em paz». Querem fugir. Querem ir para o campo. Meditar. Descobrir o «eu» interior. Mas a solidão e o silêncio não sossegam. Para isso mais vale tomar um Lexotan. Só os outros nos podem sossegar mesmo no meio da vida, em plena acção, se pode, e vale a pena, estar sossegado. O «eu» interior é uma algazarra de desasossego. Para mais, árida e desinteressante. O budismo de trazer por casa que invadiu a nossa cultura, uma espécie de narcisismo espiritual, traduz uma noção repugnante de superioridade. Os outros podem ser o inferno, mas cada indivíduo ainda o é mais. Não me saem da cabeça os instantes, poucos, em que me senti sossegar - e foi sempre graças a outra pessoa, vista ou lida, conhecida ou desconhecida, viva ou morta, menina ou crescida, sábia ou maluca, próxima ou longínqua, mas sempre presente, mais presente que eu próprio. Eu próprio, por defeito, talvez, não consigo lá chegar. Nunca encontrei o sossego nos outros — foram sempre os outros que me sosse garam. E quase nunca deliberadamente. Lembro-me, em particular, dum momento, que obviamente não vou contar, mas que consistiu apenas em olhar para alguém e sentir que tudo nela me era querido e conhecido e familiar. Não há no mundo paisagem como o rosto duma pessoa amada, sobretudo quando está agitado, a rir-se ou a zangar-se, desprevenido, apanhado nos nossos olhos como se estivesse dentro deles já. Sentir essa mistura de perdição e de proximidade é verdadeiramente sossegar.»
Miguel Esteves Cardoso
Miguel Esteves Cardoso
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
yeah.... it's long.
the race is long
And I'm not strong to realize
The end is near
Romanticize, improve your skills
Why you run from me
Perhaps too blind to see
Leave your hometown behind
Few are the ones who keep their dreams about the world
Don't need to sell your soul
Leave your own goals behind
Give up and take the first big step of your life..
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
é nao saber sequer que se deseja.
"Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhas de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!"
nao sou poeta nem te amo, mas gosto disto. nao tanto como gosto de ti sem te amar. mas gosto.
e sim, queria e quis muito ter-te mais uma vez. e tu tambem.
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhas de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!"
nao sou poeta nem te amo, mas gosto disto. nao tanto como gosto de ti sem te amar. mas gosto.
e sim, queria e quis muito ter-te mais uma vez. e tu tambem.
Lições
a vida está smepre a ensinar-nos coisas. tantas que muitas vezes nem temos noção. é dificil processar tudo e acabamos sempre por nos distrair com o que nao interessa, preocupados com coisas que nem preocupam e a dar atenção a quem nem sequer precisa dela, muito menos a merece. e depois esquecemo-nos. esquecemo-nos de nos a maior parte das vezes. esquecemo-nos dos que verdadeiramente importam. deixamos pouco tempo para os que estão la verdadeiramente, mesmo que nem sequer nos façam dar conta da sua presença. e a vida encarrega-se denos trocar as voltas para nos fazer ver como andamos a esquecer-nos. a vida é uma gaja lixada, e quando nos troca as voltas entao consegue ser uma P%$" a vida. dá-nos lições preciosas e bem precisas. porque Eles podem nao ser exemplo a seguir, mas são meus. e nao ha outros. e a vida enarregou-se bem de me fazer abrir os olhos. obrigada. porque posso nao esquecer, mas posso perdoar. porque o tempo passa e eles ficam velhotes e depois ficam coisas por dizer e fazer que nao fazem sentido nao serem feitas ou ditas. forgive and forget. vou lembrar-me sempre desta lição e tentar aplica-la a todos. e ensiná-la tambem. a vida é curta. preciso descomplicar. e o outono está cheio de sol.
Obrigada!
Obrigada!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
"theres's a reason i said i would be happy alone. it wasn't 'cause i thought i would be happier alone. it was because i thought if i loved someone and then i found it hard, i might not make it. its easier to be alone, 'cause what if you learn that you need love and then you don't have it? or if you like it and lay on it? or if you shape your life around it? and then it falls hard. can we survive that kind of pain? loosing love is like organ damage, is like dying. the only difference is dead ends... this? it can go on forever."
Grey's Anatomy
Grey's Anatomy
"Mas acontece tipo assim: lembro do seu rosto, do seu abraço, do seu cheiro, do seu olhar, do seu beijo e começo a sorrir, é assim mesmo, automático, como se tivesse uma parte do meu cérebro que me fizesse por um instante a pessoa mais feliz do mundo, mas que só você, de algum modo, fosse capaz de ativar. Eu sei, é lindo. Mas logo em… seguida, quando penso em quão longe você está sinto-me despedaçar por inteira. Sabe a sensação de arrancar um doce de uma criança? Pois é, sou essa criança. E dói. Uma dor cujo único remédio é a sua presença. Então sigo assim, penso em você, sorrio, sofro e rezo, peço pra Deus cuidar da gente, amenizar essa dor e trazer logo a minha cura."
"Mas não te procuro mais, nem corro atrás. Deixo-te livre para sentir minha falta, se é que faço falta… Tens meu número, na verdade, meu coração, então se sentir vontade de falar comigo ou me ver, me procura você."
Caio Fernando Abreu
"Mas não te procuro mais, nem corro atrás. Deixo-te livre para sentir minha falta, se é que faço falta… Tens meu número, na verdade, meu coração, então se sentir vontade de falar comigo ou me ver, me procura você."
Caio Fernando Abreu
sábado, 3 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
upside down
ha cenas que me lixam, uma delas é quando julgam pessoas ou actos quando estao errados! irrita-me gente que acha que tudo esta relacionado com elas... pessoas que sem querer, ou por querer, acaba por julgar as coisas friamente e que se acha tao certo ao ponto de ficar chateado sem eu sequer saber o que fiz. pessoas que nao me conhecem, infelizmente. tenho pena e fico triste. mas ja passou ou há-de passar. nao tenho tido tempo para pensar nisso e o cerebro tambem nao se tem preocupado com tal facto. ja la vai muito tempo e eu acabo por me tornar fria com pessoas assim.
hoje estou cansada e feliz, tao feliz que nem o cansaço me supera. chegaram ao fim 4 anos da minha vida, uma fase muito boa e que me trara muitas saudades, mas que tinha que acabar e ainda bem que foi hoje (ja devia ter sido o ano passado).
hoje estou feliz e nao me apetece pensar no resto.
amanha volto ha realidade.
hoje estou cansada e feliz, tao feliz que nem o cansaço me supera. chegaram ao fim 4 anos da minha vida, uma fase muito boa e que me trara muitas saudades, mas que tinha que acabar e ainda bem que foi hoje (ja devia ter sido o ano passado).
hoje estou feliz e nao me apetece pensar no resto.
amanha volto ha realidade.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Did I say I'm just a boy?
I bit my tongue in the arc of conversation
I met you once and I've fallen for your notion
Do you believe that there's treasures in the ocean?
Girl. You make me wanna feel
Things. I've never felt before.
....grab my suitcase full of nothing
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
podia...
podia haver. pois podia. mas nao ha. é fodido. sim penso nisso. sim queria.
mas nao ha. ha coisas que nao sao feitas para durar. e eu ja me vou habituando ha rotatividade na minha vida. pessoa vai, pessoa vem. pessoa quer, pessoa nao quer. pessoa fala, pessoa nao fala.
ja pensei que o problema era meu. e se calhar ate é.
um dia vou encontrar alguem com quem estou em sintonia. e nesse dia vai fazer sol.
mas nao ha. ha coisas que nao sao feitas para durar. e eu ja me vou habituando ha rotatividade na minha vida. pessoa vai, pessoa vem. pessoa quer, pessoa nao quer. pessoa fala, pessoa nao fala.
ja pensei que o problema era meu. e se calhar ate é.
um dia vou encontrar alguem com quem estou em sintonia. e nesse dia vai fazer sol.
pequenas coisas...
ha dias que começam e correm mal, daqueles que pensamos que so estavamos de facto bem em casa com o telemovel e a net desligadas. offline!
mas esses mesmos dias oferecem-nos pequenas coisas que nos fazem diferença.
[Que posso eu parecer quando me sinto fora de mim?]
[Que posso eu tentar senão ir até ao fim?]
mas esses mesmos dias oferecem-nos pequenas coisas que nos fazem diferença.
[Que posso eu parecer quando me sinto fora de mim?]
[Que posso eu tentar senão ir até ao fim?]
terça-feira, 15 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
confirma-se
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
01.01
"Talvez no protestar esteja o ganho ou se procure um talvez em cada pedaço de hipótese de coisa e então talvez o encontre. Queria agarrá-lo e dar-lhe uns toques de burilador e torná-lo perfeito. Ou deixá-lo cair então. A hipótese. O talvez. As ruas de Lisboa coincidem nestes dias com as bocas do mundo e das expressões mais utilizadas, caso se lançasse a sondagem à boca das turbas, seria: E a diferença? Fazemos e interessa fazer?
Sair para as ruas e sorrir e fazer dá mais do que achas para manter esta fornalha acesa e o Fogueiro não era combativo não - mas tu és. Ao fazer fazes a diferença, diariamente, e nada de paliativos de dias, mesmo com vontade de ser.
Começa hoje um livro de poesia, lança um projecto de tshirts, faz tardes temáticas de cinema e oficinas de cozinha indonésia em casa de amigos, tira um workshop de Vjing, faz-te à estrada, aventura-te, desencaminha-te. Faz-te. Faz."
8 vezes o numero 1.... nao podem haver so coisas a acabar, o infinito esta do meu lado (i hope!)
Sair para as ruas e sorrir e fazer dá mais do que achas para manter esta fornalha acesa e o Fogueiro não era combativo não - mas tu és. Ao fazer fazes a diferença, diariamente, e nada de paliativos de dias, mesmo com vontade de ser.
Começa hoje um livro de poesia, lança um projecto de tshirts, faz tardes temáticas de cinema e oficinas de cozinha indonésia em casa de amigos, tira um workshop de Vjing, faz-te à estrada, aventura-te, desencaminha-te. Faz-te. Faz."
8 vezes o numero 1.... nao podem haver so coisas a acabar, o infinito esta do meu lado (i hope!)
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
hoje podia ter escrito isto.
"O dia em que as coisas acabam
É um dia igual aos outros. De manhã o sol nasce e à noite põe-se e fica escuro outra vez. Os donos passeiam os cães de manhã, os pais deixam os filhos na escola, as pessoas esperam pelo autocarro e a manteiga está dura de estar no frigorífico, como sempre. Mas não é um dia igual aos outros, cá dentro não é. O mundo que continua a girar com a mesma velocidade e as mesmas rotações por minuto parece que está envolvido numa espécie de celofane, ou que saímos de casa com as borrachas para o barulho ainda nos ouvidos. A vida continua, mas parece que só lá ao fundo, quase irreal, como as imagens que passam nas salas de espera das urgências e a quem ninguém liga. O dia em que as coisas acabam tem 24 horas como os outros mas é uma espécie de maratona interminável. É o dia do nosso fracasso, um fracasso pior do que ter negativa na escola ou perder uma corrida ou queimar o jantar com convidados à mesa, porque é um fracasso que vem de dentro, que vemos só como nosso, mesmo quando não é e é pouco justo impor esse peso. É o dia em que queremos que falem connosco e nos façam esquecer este aperto no peito, ou então que fiquem calados, porque dói se disserem coisas tristes, e dói se disserem coisas felizes. É o dia em que sentimos que estamos a andar para trás mesmo quando as pernas andam para a frente, e como não somos caranguejos não conseguimos evitar ficar ainda mais, um bocadinho mais tristes. Dizem-nos que é o primeiro dia das nossas vidas, mas enquanto acontece parece só um grande, enorme, baixar de braços."
É um dia igual aos outros. De manhã o sol nasce e à noite põe-se e fica escuro outra vez. Os donos passeiam os cães de manhã, os pais deixam os filhos na escola, as pessoas esperam pelo autocarro e a manteiga está dura de estar no frigorífico, como sempre. Mas não é um dia igual aos outros, cá dentro não é. O mundo que continua a girar com a mesma velocidade e as mesmas rotações por minuto parece que está envolvido numa espécie de celofane, ou que saímos de casa com as borrachas para o barulho ainda nos ouvidos. A vida continua, mas parece que só lá ao fundo, quase irreal, como as imagens que passam nas salas de espera das urgências e a quem ninguém liga. O dia em que as coisas acabam tem 24 horas como os outros mas é uma espécie de maratona interminável. É o dia do nosso fracasso, um fracasso pior do que ter negativa na escola ou perder uma corrida ou queimar o jantar com convidados à mesa, porque é um fracasso que vem de dentro, que vemos só como nosso, mesmo quando não é e é pouco justo impor esse peso. É o dia em que queremos que falem connosco e nos façam esquecer este aperto no peito, ou então que fiquem calados, porque dói se disserem coisas tristes, e dói se disserem coisas felizes. É o dia em que sentimos que estamos a andar para trás mesmo quando as pernas andam para a frente, e como não somos caranguejos não conseguimos evitar ficar ainda mais, um bocadinho mais tristes. Dizem-nos que é o primeiro dia das nossas vidas, mas enquanto acontece parece só um grande, enorme, baixar de braços."
RiL
Deep in my heart I know its right, but my enemies try to break me. I wont give up without a fight I got to keep on pressing on.
é que, é mesmo isto.
“Eu não quero que seja pra sempre, nem que seja certo. Só quero que seja.”
Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
you will.
I drove for miles and miles
And wound up at your door
I've had you so many times but somehow
I want more
It's not always rainbows and butterflies
It's compromise that moves us along, yeah
My heart is full and my door's always open
You can come anytime you want
I want to make you feel beautiful
[Look for the girl with the broken smile
Ask her if she wants to stay awhile]
as vezes. nao sei. é do frio. sim, talvez seja disso. o frio deixa a melancolia apoderar-se de mim, talvez por causa dos casacos e cachecois que nos tapam a pele e que permitem que os sentimentos se cheguem mais ha pele sem serem desvendados. ficam ali todos presos, e como esta frio ate podemos andar com uma cara seria. é isso, é do frio.
o sol de inverno fazia-me falta. ha dias assim.
vou enrolar-me nos casacos e cachecois para deixar a melancolia bem quentinha que para frio ja chega la fora.
é isso, é do frio.
o sol de inverno fazia-me falta. ha dias assim.
vou enrolar-me nos casacos e cachecois para deixar a melancolia bem quentinha que para frio ja chega la fora.
é isso, é do frio.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
"O amor é sempre uma anormalidade que provoca graves atrasos mentais"
No Amor Começa-se Sempre a Zero Fazer um registo de propriedade é chato e difícil mas fazer uma declaração de amor ainda é pior. Ninguém sabe como. Não há minuta. Não há sequer um despachante ao qual o premente assunto se possa entregar. As declarações de amor têm de ser feitas pelo próprio. A experiência não serve de nada — por muitas declarações que já se tenham feito, cada uma é completamente diferente das anteriores. No amor, aliás, a experiência só demonstra uma coisa: que não tem nada que estar a demonstrar coisíssima nenhuma. É verdade — começa-se sempre do zero. Cada vez que uma pessoa se apaixona, regressa à suprema inocência, inépcia e barbárie da puberdade. Sobem-nos as bainhas das calças nas pernas e quando damos por nós estamos de calções. A experiência não serve de nada na luta contra o fogo do amor. Imaginem-se duas pessoas apanhadas no meio de um incêndio, sem poderem fugir, e veja-se o sentido que faria uma delas virar-se para a outra e dizer: «Ouve lá, tu que tens experiência de queimaduras do primeiro grau...»
Pode ter-se sessenta anos. Mas no dia em que o peito sacode com as aurículas a brincar aos carrinhos-de-choque com os ventrículos, Deus Nosso Senhor carrega no grande botão «CLEAR» que mandou pôr na consola consoladora dos nossos corações. Esquece-se tudo. Que garfo usar com o peixe. Que flores comprar. Que palavras dizer. Que gravata com que raio de casaco hei-de usar? Sabe-se nada. Nicles.
Olha-se para as mãos e parece uma cena de transformação dum filme de lobisomens — de onde outrora havia aqueles dedos tão ágeis e pianistas, brotam dez abortos de polegares. E o vinho entorna-se só de pensar nisso. E as solas dos sapatos passam a atrair magneticamente todos os excrementos caninos da cidade. E a voz que era toda FM Estéreo da Comercial quando vai para dizer «Gosto muito de ti» fica repentinamente Abelha Maia.
Tenha-se 17 ou 71 anos, regressa-se automaticamente aos 13 — à terrível idade do Clearasil e das sensações como que de absorção. Quem se apaixona dá mesmo saltos no ar e diz «Uau!» quando o Pai deixa usar a pasta de dentes dele. Qual «ternura dos quarenta», qual bota da tropa cheia de minhocas! O amor é sempre uma anormalidade que provoca graves atrasos mentais.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'
Pode ter-se sessenta anos. Mas no dia em que o peito sacode com as aurículas a brincar aos carrinhos-de-choque com os ventrículos, Deus Nosso Senhor carrega no grande botão «CLEAR» que mandou pôr na consola consoladora dos nossos corações. Esquece-se tudo. Que garfo usar com o peixe. Que flores comprar. Que palavras dizer. Que gravata com que raio de casaco hei-de usar? Sabe-se nada. Nicles.
Olha-se para as mãos e parece uma cena de transformação dum filme de lobisomens — de onde outrora havia aqueles dedos tão ágeis e pianistas, brotam dez abortos de polegares. E o vinho entorna-se só de pensar nisso. E as solas dos sapatos passam a atrair magneticamente todos os excrementos caninos da cidade. E a voz que era toda FM Estéreo da Comercial quando vai para dizer «Gosto muito de ti» fica repentinamente Abelha Maia.
Tenha-se 17 ou 71 anos, regressa-se automaticamente aos 13 — à terrível idade do Clearasil e das sensações como que de absorção. Quem se apaixona dá mesmo saltos no ar e diz «Uau!» quando o Pai deixa usar a pasta de dentes dele. Qual «ternura dos quarenta», qual bota da tropa cheia de minhocas! O amor é sempre uma anormalidade que provoca graves atrasos mentais.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'
sábado, 5 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Não sei quem sou, que alma tenho.
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo.
Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)...
Sinto crenças que não tenho.
Enlevam-me ânsias que repudio.
A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta
traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha,
nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo.
Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos
que torcem para reflexões falsas
uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas.
Como o panteísta se sente árvore e até a flor,
eu sinto-me vários seres.
Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente,
como se o meu ser participasse de todos os homens,
incompletamente de cada um,
por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço.
Fernando Pessoa
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo.
Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)...
Sinto crenças que não tenho.
Enlevam-me ânsias que repudio.
A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta
traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha,
nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo.
Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos
que torcem para reflexões falsas
uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas.
Como o panteísta se sente árvore e até a flor,
eu sinto-me vários seres.
Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente,
como se o meu ser participasse de todos os homens,
incompletamente de cada um,
por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço.
Fernando Pessoa
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Subscrever:
Comentários (Atom)
















