terça-feira, 21 de abril de 2015
obrigada...
Cosmos, destino, anjo da guarda, vida, eu, tu... Não sei como se chama. Mas obrigada.
Ultimamente tens acertado. E eu preciso agradecer-te por me mostrares tantos caminhos e me dares sempre uma palmadinha nas costas para ir pelo melhor... Ou pelo menos para acabar por perceber qual é o melhor caminho. Ou o mais acertado. Por agora.. Ate ao próximo cruzamento.
mesmo que o mais acertado possa estar cortado ou sem ponte ou com uns buracos do tamanho do Oceano. Obrigada por me mostrares que consigo. Ou por me obrigares a conseguir.
Obrigada cosmos. Ou seja la como te chamas.
Es um bacano...
com ou sem filtro?
Temos um filtro no nosso cérebro que não nos deixa dizer aquilo que sentimos. Aquilo que nos mais profundo da nossa mente ecoa. O que o coração cala mas sabe de cor.
Temos um filtro que nos faz guardar, seja por pudor, respeito ou medo, aquilo que nem a nós não queremos confessar mas do qual temos todas as certezas. Por medo de não ser correspondido e nos colocarmos desprotegidos. Por respeito a quem gostaríamos de tanta coisa dizer. Por vergonha daquilo que é efectivamente a realidade. Por insegurança, por abnegação, por inércia, por medo de falhar. Por tudo ou por nada.
Mas, e se esse filtro te abandonasse: o que dirias?
- Rita Leston -
Temos um filtro que nos faz guardar, seja por pudor, respeito ou medo, aquilo que nem a nós não queremos confessar mas do qual temos todas as certezas. Por medo de não ser correspondido e nos colocarmos desprotegidos. Por respeito a quem gostaríamos de tanta coisa dizer. Por vergonha daquilo que é efectivamente a realidade. Por insegurança, por abnegação, por inércia, por medo de falhar. Por tudo ou por nada.
Mas, e se esse filtro te abandonasse: o que dirias?
- Rita Leston -
domingo, 12 de abril de 2015
Masoquismo
Hoje o meu coração colapsou.
As vezes acelero -o de propósito para ter a certeza que ainda aqui esta.
Hoje perdi -lhe o controlo.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
segunda-feira, 6 de abril de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
Banho-maria
Sinto-me em “banho maria”. A viver os dias muito
tranquilamente. a espera de nem sei bem
o que.
Simplesmente vou. Devagar. Com Lisboa no pensamente claro. Mas
a aproveitar a liberdade que os (poucos) dias de terra me dao. E a aprender a
viver o mar com a calma que so ele me consegue dar.
Vou. Devagar. Com ela no pensamento. E em todo o lado. Vou. Devagar.
Talvez para tentar disfarcar o nervosismo que vai ca dentro sempre que a penso.
Vou. Devagar. Porque o meu coracao bate sempre demasiado rapido. Vou. Devagar. Tenho
de aprender a ter mais calma.
Devagar. DE-VA-GAR. D.E.V.A.G.A.R
D
E
V
A
G
A
R
As vezes tambem e preciso, Rita.
sexta-feira, 20 de março de 2015
Hoje começa a Primavera. E eu não sei em que estação estou. Acho que no mar nao ha disso.
3 meses e volto.
[conto ate três se quiser ser feliz]
Na Primavera Lisboa fica linda. Lembro-me sempre. As cores. As flores. A Avenida e os passeios a pé. A minha mota.
As escapadelas ate à praia para ver se ja esta calor suficiente para um mergulho. Lembro-me de Lisboa e sorrio. É bom sentir isto por um sítio. É bom saber que ha para onde quero mesmo voltar.
A primavera esta ai e eu aqui nem sei que estação é.
Três meses e abraço-te, minha Lisboa.
Conto ate três.
Hei-de te amar...
3 meses e volto.
[conto ate três se quiser ser feliz]
Na Primavera Lisboa fica linda. Lembro-me sempre. As cores. As flores. A Avenida e os passeios a pé. A minha mota.
As escapadelas ate à praia para ver se ja esta calor suficiente para um mergulho. Lembro-me de Lisboa e sorrio. É bom sentir isto por um sítio. É bom saber que ha para onde quero mesmo voltar.
A primavera esta ai e eu aqui nem sei que estação é.
Três meses e abraço-te, minha Lisboa.
Conto ate três.
Hei-de te amar...
quinta-feira, 19 de março de 2015
we're all mad here
e ao 6o dia de mar acho que este barco ja virou hospício.
ja ninguém se aguenta. Ja não da para inventar mais que fazer, ja não da.. E ainda falta.
we're all mad here. Oficially.
ja ninguém se aguenta. Ja não da para inventar mais que fazer, ja não da.. E ainda falta.
we're all mad here. Oficially.
sexta-feira, 13 de março de 2015
2 meses depois. Do outro lado do mundo. As horas mudam sem ter noção. Deixam-me ainda mais perdida. As pessoas são sempre as mesmas.
2meses e so penso em Lisboa. E nas pessoas que la também não mudam. E tento pensar que nao vale a pena apressar-me a chegar. Elas vão estar la. Hoje. Amanha. Daqui a 2 meses.
O mundo é lindo. E maior do que esperava. Ou nos é que andamos de facto devagar. Tenho aprendido que devagar também é bom. Da-nos tempo para apreciar. Pensar. Por as ideias no lugar. E baralha-las. Outra e outra vez.
Nao consigo pensar direito aqui. É um turbilhão. Uma mistura tao grande que acaba sempre em Preto.
"preto é a mistura de todas as cores", disseram-me um dia.
Espero um dia ter as cores todas. Separadas e resolvidas. Cada uma com o seu lugar.
Full of colours.
Vem ai a primavera.
Mas aqui é outono. Ou verão. Nao sei já.
2meses e so penso em Lisboa. E nas pessoas que la também não mudam. E tento pensar que nao vale a pena apressar-me a chegar. Elas vão estar la. Hoje. Amanha. Daqui a 2 meses.
O mundo é lindo. E maior do que esperava. Ou nos é que andamos de facto devagar. Tenho aprendido que devagar também é bom. Da-nos tempo para apreciar. Pensar. Por as ideias no lugar. E baralha-las. Outra e outra vez.
Nao consigo pensar direito aqui. É um turbilhão. Uma mistura tao grande que acaba sempre em Preto.
"preto é a mistura de todas as cores", disseram-me um dia.
Espero um dia ter as cores todas. Separadas e resolvidas. Cada uma com o seu lugar.
Full of colours.
Vem ai a primavera.
Mas aqui é outono. Ou verão. Nao sei já.
quarta-feira, 11 de março de 2015
27 ou 108?
para uns tao rápido. Para outros tao devagar.
de 108 dias para 27.
por instantes odiei esta pessoa. Depois pensei melhor, e de facto cada um tem o seu tempo. Nao ha nada a fazer.
o meu tempo precisa ser este. Precisava abrandar. Sempre me habituei a tudo. Rápido.
de 27 a 108.
a minha volta ao mundo é diferente.
é também uma volta a mim mesma e à forma como olho para o meu mundo.
mas isso já é outra história.
um dia pode ser que de uma volta ao mundo em menos tempo.
mas por enquanto, estou bem assim.
http://fugas.publico.pt/Viagens/345564_anatomia-de-uma-volta-ao-mundo-em-27-dias
de 108 dias para 27.
por instantes odiei esta pessoa. Depois pensei melhor, e de facto cada um tem o seu tempo. Nao ha nada a fazer.
o meu tempo precisa ser este. Precisava abrandar. Sempre me habituei a tudo. Rápido.
de 27 a 108.
a minha volta ao mundo é diferente.
é também uma volta a mim mesma e à forma como olho para o meu mundo.
mas isso já é outra história.
um dia pode ser que de uma volta ao mundo em menos tempo.
mas por enquanto, estou bem assim.
http://fugas.publico.pt/Viagens/345564_anatomia-de-uma-volta-ao-mundo-em-27-dias
segunda-feira, 9 de março de 2015
domingo, 8 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
s(t)ay.
.
the search for hapiness.
É uma ansiedade descontrolada, um suspiro demorado e um sorriso contínuo. Ser feliz é abraçar o incerto e fazer dar certo. É estar longe mas se sentir perto
http://lounge.obviousmag.org/entre_parenteses/2015/03/por-onde-flor-floresca-1.html#ixzz3TbSAbQb9
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segunda-feira, 2 de março de 2015
outch.
Chorei compulsivamente durante meia hora, ou mais.. Nao sei.
Depois parei e fui correr meia hora numa máquina que já me conhece os passos. Corri mais rápido hoje. Como se conseguisse fugir para mais longe ao correr mais rápido. Mas fiquei no mesmo sítio. Em frente a um espelho que nao me conhece. Onde nao me conheço.
Fui-me abaixo. E deixei-me ir.
Porque as vezes preciso de me sentir bem la no fundo, para perceber que ha sempre uma saída. Um lado menos mau.
Amanha chego à Austrália. Era aqui que queria chegar. Foi para chegar aqui que vim. E no dia antes vou-me abaixo. Nao pode ser tudo como queremos.
Na minha vida tenho percebido bem isso. Nada é como se quer. Ou quando se quer. Na verdade acaba por ser aquilo que quero. Mas não era bem assim que tinha pensado que seria.
Sou uma insatisfeita. Isso sim.
Mas não me importo, porque é isso que me faz continuar a mexer. Uma procura infinta. Se calhar é só esse o meu infinito.
O infinito da procura.
O infinito da insatisfação.
Quero continuar a acreditar que nao...
Mas hoje vou deixar a dúvida continuar a apoderar-se de mim. E as lágrimas continuarem a cair. Amanha chego à Austrália. E ja nao sei onde quero chegar.
Vou correr mais um bocado para libertar as lágrimas que nao me cabem nos olhos. Que já nao sabem cair, de tanto que as prendo ca dentro.
Hoje liberto as lágrimas. Amanha chego à Austrália. Ja tinha dito que era só para chegar aqui que ca estou?
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
out of [my] mind
a saudade é feita de aprendizagens, de ruídos que servem para não ouvir,
ou existe o dia inteiro para viver ou existe o dia inteiro para morrer, deixar as horas passar, lembrar-me de te esquecer permanentemente, falta-me não sentir a tua falta para ser feliz.
_______________________________________
in Prometo falhar
loving strangers.
estranhos que veem sem aviso prévio.
estranhos que nem pedem autorização.
estranhos que são bem vindos.
estranhos que se entranham.
estranhos que podem ficar. Para sempre.
historias que veem e podiam nao ter fim.
historias confusas.
estranhos confusos.
estranhos que me deixam confusa com as historias.
estranhos.
que se entranham.
e ja não deviam sair.
sábado, 31 de janeiro de 2015
voltar.
As vezes so penso no simples que a vida pode ser em Lisboa. Voltar e ter a minha casa. Voltar e ter a minha rotina. Voltar e ter a minha equipa. Voltar e ter a minha crew.
Voltar e ter os meus afilhados. Voltar e poder sair com quem quiser e me apetecer.
Voltar e ser livre.
A minha liberdade sempre me foi preciosa e sempre lhe fiz (quase) todas as vontades. Ate agora. Mas ela já não está a gostar disto. Estava mal habituada e agora anda a chatear-me que quer voltar a voar.
Eu vou tentanto engana-la sempre que vamos la fora...
mas a liberdade é uma maluca. Que sabe o quanto vale um beijo.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Se não demorares, eu espero. Se vieres a seguir, aqui estarei a aguardar. Se estiveres atrasada, basta avisares, que aqui me manterei.
Se pedires, eu fico já por aqui. Ou vou ter aí. Se chamares, eu vou. Se me guiares, eu sigo-te. Se murmurares, eu entendo-te. Se me pensares, eu oiço-te.
Se não demorares, eu espero.
Demoras?
Se pedires, eu fico já por aqui. Ou vou ter aí. Se chamares, eu vou. Se me guiares, eu sigo-te. Se murmurares, eu entendo-te. Se me pensares, eu oiço-te.
Se não demorares, eu espero.
Demoras?
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
mais que o sol.
nas coisas simples sou feliz. nas coisas simples sorrio. no teu sorriso sou feliz. nos poucos minutos em que conseguimos fugir ao frio e te ouço sou feliz. nao te digo, porque ja te disse vezes demais que gosto do teu sorriso. nao te digo porque acho que nao vale a pena. mas gosto do teu sorriso. e gosto dos minutos em que fugimos ao frio. e dos minutos de frio. e do abraço no meio da rua.
deviamos abraçar-nos mais vezes. a felicidade está nas coisas simples. sabias?
podemos simplificar-nos e deixar os sorrisos sairem sem que os controlemos?
podemos simplificar-nos e deixar os abraços ficarem?
podemos simplificar-nos, sem mais nada?
voa.
deviamos abraçar-nos mais vezes. a felicidade está nas coisas simples. sabias?
podemos simplificar-nos e deixar os sorrisos sairem sem que os controlemos?
podemos simplificar-nos e deixar os abraços ficarem?
podemos simplificar-nos, sem mais nada?
voa.
porque te amo.
Amo-te sempre, mesmo que ausente. Amo-te, mesmo que não to diga todos
os dias. Amo-te mesmo que calada. Amo-te mesmo que amar também seja
isso: nada fazer ou dizer. Amo-te no silêncio dos dias e na calada da
noite. Amo-te sem príncipio ou fim, mas como uma extensão de mim. Amo-te
quando to digo e com isso te irrito. Amo-te quando estou aqui ou quando
fui ali. Amo-te de dentro do pensamento e do avesso do corpo. Amo-te de
alma e com calma. Amo-te na urgência do depressa.
Amo-te sempre. Amo-te ainda.
Amo-te sempre. Amo-te ainda.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Prometo falhar.
Sem hesitar. Prometo ser humano, aqui e ali ser incoerente, aqui e
ali dizer a palavra errada, a frase errada, até o texto errado, aqui e
ali agir sem pensar, para que raios serve pensar quando te amo tão
desalmadamente assim? Prometo compreender, prometo querer, prometo
acreditar. Prometo insistir, prometo lutar, descobrir, aprender,
ensinar. Tudo para te dizer que prometo falhar. E Deus te livre de não
me prometeres o mesmo.
«Foste a maneira mais bonita de errar.»
E ela sentiu a respiração a faltar, hesitou como nunca tinha hesitado, quis pensar aquilo tudo, colocar todas as possibilidades nos pratos da balança, mas quando deu por si não disse «quero tanto mas deixa lá», quando deu por si estava a pensar em como conseguira deixar de pensar, um ou dois segundos de ela própria, o amor só existe quando nos oferece pelo menos um ou dois segundos de nós próprios.
«Se voltas a falhar juro que te amo para sempre.»
E ela falhou.
«Foste a maneira mais bonita de errar.»
E ela sentiu a respiração a faltar, hesitou como nunca tinha hesitado, quis pensar aquilo tudo, colocar todas as possibilidades nos pratos da balança, mas quando deu por si não disse «quero tanto mas deixa lá», quando deu por si estava a pensar em como conseguira deixar de pensar, um ou dois segundos de ela própria, o amor só existe quando nos oferece pelo menos um ou dois segundos de nós próprios.
«Se voltas a falhar juro que te amo para sempre.»
E ela falhou.
domingo, 23 de novembro de 2014
É mais ou menos isto. Uma confusão. Uma baralhação. Um turbilhão de ideias e de quereres. Um misto de saudade desinquietante e vontade urgente. Um digo-não-digo, faço-não-faço, um vou-não-vou. Um apetece-me-tanto-mas-não-pode-ser. Um eu-não-te-deixo-ir-embora-mas-não-te-peço-para-vires. Uma mistura de sentimentos polvilhada com um punhado de sensações. Uma junção de desejos imaginários ornamentados por sonhos reais.
Um emaranhado de paixão urgente e amor calmo.
Tu e eu somos uma confusão.
Calmamente desinquieta.
Gritantemente calada.
Um emaranhado de paixão urgente e amor calmo.
Tu e eu somos uma confusão.
Calmamente desinquieta.
Gritantemente calada.
Quando
se ama, naquele exacto segundo em que se ama, tem de se acreditar que é
para sempre. Mais: tem de se ter a certeza de que é para sempre. Amar,
mesmo que por segundos, mesmo que por instantes, é para sempre. E é
isso, essa sensação de segundos ou de minutos ou de dias ou de horas ou
de anos ou meses, que é para sempre. Ama. Ama por inteiro. Ama sem nada
pelo meio. Ama, ama, ama, ama. Ama. Porque é só por aquilo que te faz
perder a respiração que vale a pena respirar.
Prometo falhar.
Sem hesitar.
Prometo ser humano, aqui e ali ser incoerente, aqui e ali dizer a palavra errada, a frase errada, até o texto errado, aqui e ali agir sem pensar, para que raios serve pensar quando te amo tão desalmadamente assim?
Prometo compreender, prometo querer, prometo acreditar. Prometo insistir, prometo lutar, descobrir, aprender, ensinar.
Tudo para te dizer que prometo falhar.
E Deus te livre de não me prometeres o mesmo.
«Foste a maneira mais bonita de errar.»
E ela sentiu a respiração a faltar, hesitou como nunca tinha hesitado, quis pensar aquilo tudo, colocar todas as possibilidades nos pratos da balança, mas quando deu por si não disse «quero tanto mas deixa lá», quando deu por si estava a pensar em como conseguira deixar de pensar, um ou dois segundos de ela própria, o amor só existe quando nos oferece pelo menos um ou dois segundos de nós próprios.
«Se voltas a falhar juro que te amo para sempre.»
E ela falhou.
Prometo ser humano, aqui e ali ser incoerente, aqui e ali dizer a palavra errada, a frase errada, até o texto errado, aqui e ali agir sem pensar, para que raios serve pensar quando te amo tão desalmadamente assim?
Prometo compreender, prometo querer, prometo acreditar. Prometo insistir, prometo lutar, descobrir, aprender, ensinar.
Tudo para te dizer que prometo falhar.
E Deus te livre de não me prometeres o mesmo.
«Foste a maneira mais bonita de errar.»
E ela sentiu a respiração a faltar, hesitou como nunca tinha hesitado, quis pensar aquilo tudo, colocar todas as possibilidades nos pratos da balança, mas quando deu por si não disse «quero tanto mas deixa lá», quando deu por si estava a pensar em como conseguira deixar de pensar, um ou dois segundos de ela própria, o amor só existe quando nos oferece pelo menos um ou dois segundos de nós próprios.
«Se voltas a falhar juro que te amo para sempre.»
E ela falhou.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
domingo, 9 de novembro de 2014
sábado, 8 de novembro de 2014
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
domingo, 2 de novembro de 2014
Perdi-te.
Perdi-te.
mas na verdade nunca te tive.
Encontrei-me.
e percebi que no fundo estava sempre aqui.
mas na verdade nunca te tive.
Encontrei-me.
e percebi que no fundo estava sempre aqui.
A ignorância é uma bençao.
Quanto menos sabemos menos queremos.
E quanto menos queremos mais felizes somos.
Nós, os sonhadores. Nós, os que buscam incessantemente matar essa sede sem àgua e essa fome que não é de comida. Nós, os que procuram diariamente o caminho para se encontrarem. Nós, os que se perdem para não serem encontrados. Nós, os que olham as estrelas e querem ir mais alem. Nós, os que sorriem ao por do sol porque sabem que hoje fizeram tudo e amanha ha mais a ser feito.
Nós, que podemos nao saber ainda para onde vamos... Mas vamos.
terça-feira, 28 de outubro de 2014
sábado, 25 de outubro de 2014
I am lost.
para quê voltar?
para onde voltar?
cada vez mais entendo que nao pertenço a lado nenhum.
a ninguem.
para quê voltar?
para onde voltar?
ja so penso em partir outra vez. nao para o barco. mas partir.
porque esta tambem nao é a minha casa.
porque nao tenho lugar nenhum.
porque nao tenho ninguem. e porque nao sei lidar com isso.
entao vou. preciso ir de novo. porque nao consigo lidar com esta coisa de nao pertencer a lado nenhum.
um dia. talvez me habitue a isso. mas nao quero.
nao ser. nao pertençer. nao saber.
ir. para onde? nao sei. mas vou. porque ainda nao é aqui.
para onde voltar?
cada vez mais entendo que nao pertenço a lado nenhum.
a ninguem.
para quê voltar?
para onde voltar?
ja so penso em partir outra vez. nao para o barco. mas partir.
porque esta tambem nao é a minha casa.
porque nao tenho lugar nenhum.
porque nao tenho ninguem. e porque nao sei lidar com isso.
entao vou. preciso ir de novo. porque nao consigo lidar com esta coisa de nao pertencer a lado nenhum.
um dia. talvez me habitue a isso. mas nao quero.
nao ser. nao pertençer. nao saber.
ir. para onde? nao sei. mas vou. porque ainda nao é aqui.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Into the Wild.
"Some people feel like they don't deserve love. They walk away quietly into empty spaces, trying to close the gaps of the past."
Into the Wild*
I'm leaving.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
das missoes impossiveis
[Há sítios que ela não usa
Por não saber que estão cá
Há mares que ela não cruza
Por não ser eu a estar lá]
[É de mim que ela precisa Para lhe dar o que não quer]
Esta morena não corre quando a chamo para mim.
mas mesmo assim... eu hei-de sempre tentar correr para ela.
até que ela me mande embora de vez.
porque ela tem paixao no olhar.
e corpo com sede de quente, mas que nao sente calor.
ela nao sabe bem, mas eu no fundo sei.
[quando o véu lhe cai
Quando o calor lhe vem
Sempre que a noite quer
Sonha comigo também]
note to self II
“Sabe, o apego é como segurar com bastante força. Mas o amor genuíno é como segurar com muita gentileza, nutrindo, mas deixando que as coisas fluam. Não é ficar preso com força. Porém é muito difícil para as pessoas entenderem isso, porque elas pensam que quanto mais elas se agarram a alguém, mais isso demonstra que elas se importam com o outro.”
“Qualquer tipo de relacionamento no qual imaginamos que poderemos ser preenchidos pelo outro será certamente muito complicado.”
note to self.
"Sob a vida, sob o Sangue, sob o coração de todos os homens vivos uma
outra vida, imensurável e secreta, pulsa e essa é que é talvez a vida
verdadeira."
"Pensamos tanto, tomamos balanço e hesitamos(...) queremos dizer quero e dizemos não posso(...) queremos dizer amor e não nos chega a língua."
"Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas"
Porque às vezes "(...) não cabemos nas palavras."
"Sonhar é uma forma de conhecer o mundo."
"Pedra sobre pedra (...) o muro de todos os silêncios lentamente foi crescendo. E agora vai alto, muito alto. Temos de nos juntar."
"...deixar o coração bater o mais que puder, satisfazer a valer todas as paixões."
"finjo que estou bem... sinto-me logo melhor."
Cultivamos esperançosamente o sonho e a imaginação não porque queremos deixar um mundo melhor para os nossos filhos, mas filhos melhores para o nosso mundo.
"Pensamos tanto, tomamos balanço e hesitamos(...) queremos dizer quero e dizemos não posso(...) queremos dizer amor e não nos chega a língua."
"Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas"
Porque às vezes "(...) não cabemos nas palavras."
"Sonhar é uma forma de conhecer o mundo."
"Pedra sobre pedra (...) o muro de todos os silêncios lentamente foi crescendo. E agora vai alto, muito alto. Temos de nos juntar."
"...deixar o coração bater o mais que puder, satisfazer a valer todas as paixões."
"finjo que estou bem... sinto-me logo melhor."
Cultivamos esperançosamente o sonho e a imaginação não porque queremos deixar um mundo melhor para os nossos filhos, mas filhos melhores para o nosso mundo.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
ainda de Quarentena.
Comi todas as palavras e fiquei deliciada com a refeição!
"Atenção. A realidade tem vindo a aumentar. Várias pessoas têm sido contaminadas com o síndrome de realite e há registos de certas individualidades com realite crónica, ou realitose, dos quais já só se pode esperar o pior. Os mais alarmistas falam mesmo numa epidemia. Quem está doente fica incoerente. Ninguém está imune. Atenção. A realite avança. Toda a imaginação está a ser tomada como um acto de resistência. É necessário treinar as ideias e os pensamentos. É necessário procurar um Grande Encontro. É necessário caminhar numa direcção impossível.
Atenção. Levem convosco todos os sentimentos clandestinos. Levem os vossos livros e tudo o mais cuja matéria seja semelhante à dos sonhos. Sobretudo não se esqueçam das palavras. Levem as palavras nas mãos, levem as palavras no olhar, lembrem-se de que nem só na boca vivem as palavras. Lembrem-se que as palavras não são todas transparentes e que podem conter um gesto incendiado, um tremor, uma maré. Atenção. Inventem as vossas palavras. E inventem também o silêncio. O silêncio que nos afasta e nos aproxima. O silêncio das incertezas, das interrogações, dos gritos. O silêncio da agitação.
Atenção. No nosso silêncio estamos de QUARENTENA.
E de tantos silêncios está a construir-se uma palavra."
"Atenção. A realidade tem vindo a aumentar. Várias pessoas têm sido contaminadas com o síndrome de realite e há registos de certas individualidades com realite crónica, ou realitose, dos quais já só se pode esperar o pior. Os mais alarmistas falam mesmo numa epidemia. Quem está doente fica incoerente. Ninguém está imune. Atenção. A realite avança. Toda a imaginação está a ser tomada como um acto de resistência. É necessário treinar as ideias e os pensamentos. É necessário procurar um Grande Encontro. É necessário caminhar numa direcção impossível.
Atenção. Levem convosco todos os sentimentos clandestinos. Levem os vossos livros e tudo o mais cuja matéria seja semelhante à dos sonhos. Sobretudo não se esqueçam das palavras. Levem as palavras nas mãos, levem as palavras no olhar, lembrem-se de que nem só na boca vivem as palavras. Lembrem-se que as palavras não são todas transparentes e que podem conter um gesto incendiado, um tremor, uma maré. Atenção. Inventem as vossas palavras. E inventem também o silêncio. O silêncio que nos afasta e nos aproxima. O silêncio das incertezas, das interrogações, dos gritos. O silêncio da agitação.
Atenção. No nosso silêncio estamos de QUARENTENA.
E de tantos silêncios está a construir-se uma palavra."
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Quarentena.
ir ao teatro, infelizmente, nunca fez muito parte das minhas rotinas. mas vai fazendo cada vez mais. e é so isso que interessa.
hoje fui ao teatro sem saber ao que ia. numa descoberta que me disseram em que me ia perder. numa aventura para a qual nao pude preparar-me.
um teatro diferente onde nos levaram para fora da sala de teatro, onde nos deram de jantar e onde nos fizeram encontrar muitas pessoas pelo caminho. 40 actores no total. uma orquestra no meio de um barracao. um barracao no meio do nada.
emocionei-me porque as palavras que usavam faziam-me todo o sentido. emocionei-me de ver aquelas pessoas orgulhosas do que faziam. emocionei-me do texto que foi tao bem escrito. emocionei-me. e vou lá outra vez.
palavras e silencios. amanhã e hoje. sentimentos e vazios. procuras e perdas.
[a morte nao saberá onde encontrar aqueles que andam sempre à procura]
hoje fui ao teatro sem saber ao que ia. numa descoberta que me disseram em que me ia perder. numa aventura para a qual nao pude preparar-me.
um teatro diferente onde nos levaram para fora da sala de teatro, onde nos deram de jantar e onde nos fizeram encontrar muitas pessoas pelo caminho. 40 actores no total. uma orquestra no meio de um barracao. um barracao no meio do nada.
emocionei-me porque as palavras que usavam faziam-me todo o sentido. emocionei-me de ver aquelas pessoas orgulhosas do que faziam. emocionei-me do texto que foi tao bem escrito. emocionei-me. e vou lá outra vez.
palavras e silencios. amanhã e hoje. sentimentos e vazios. procuras e perdas.
[a morte nao saberá onde encontrar aqueles que andam sempre à procura]
sábado, 18 de outubro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
domingo, 12 de outubro de 2014
Eles.
Eles não me conhecem bem. Eles não sabem quase nada de mim. Eles partilham comigo memórias e experiências que aqueles que me conhecem nao terão oportunidade de fazer. Juntos vivemos coisas que nunca pensámos. Juntos fazemos tudo. Comemos. Trabalhamos. Bebemos. Passeamos. Dormimos. Viajamos. Exploramos. Perdemo-nos. Encontramo-nos. Juntos encontramo-nos. Juntos arranjamos sempre um caminho mais fácil. Uma solução. Ou simplesmente um desabafo. Um comentário. Uma careta. Um sorriso. Um abraço quando é mesmo preciso. Eles não me conhecem. Nunca lhes dei muitas oportunidades para isso. Aqui não sei ser eu. estou a aprender. Mesmo assim eles são muito pacientes comigo. E muito queridos. E ainda bem que fiz anos aqui, pois fez-me ajudar a perceber que eles merecem mais de mim. Que eles se preocupam de facto. Que lhes faço diferença nos dias mesmo sem saber. As vezes é bom saber que se faz diferença nos dias dos outros. Eles fizeram e surpresas e escreveram-me coisas bonitas. Depois pregaram-me uma bebedeira descomunal sem que desse por isso.. Porque gostam de mim e sei que é no álcool que o demonstram. E eu deixei. E não me importei. E gostei muito. E gosto muito deles. Eles não sabiam. Mas agora já sabem. E ainda bem. Porque no fundo eles também são meus amigos, mesmo sem me conhecerem como os meus amigos me conhecem. Eles aqui vivem comigo coisas que nunca pensei viver e vêem uma pessoa que as vezes também não sei muito bem quem é. Aqui somos todos diferentes. E gostamos (quase) todos uns dos outros. Posso dizer que já tenho um cantinho aqui, e isso faz-me sorrir. Saber que se faz diferença nos dias dos outros é bom. Eles fazem todos os meus dias melhores, e sei que vou ter saudades de me perder com eles. Mas havemos de nos encontrar outra vez.
sábado, 11 de outubro de 2014
ela sempre aqui.
quero-te regar.
quero desvendar a parte triste que há em ti.
nao vês que é pra nós?
fica e faz voltar o que tens porque é meu.
[ela sempre aqui]
hoje pensei-te mais. penso-te todos os dias sabes?
hoje pensei-te mais. porque tenho mesmo saudades tuas.
porque mesmo que nao te veja quando estou ai, estou mais perto.
hoje pensei-te mais. imaginei o que nunca havemos de fazer.
hoje pensei-te mais. escrevi os dialogos que nunca havemos de ter.
hoje pensei-te mais. pensei nos beijos que nunca te dei.
e tanto que te queria beijar outra vez.
hoje pensei-te mais. porque gosto muito de ti.
hoje pensei-te mais.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
já escondi um amor com medo de perdê-lo.
Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das ideias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!
Clarice Lispector
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
treze dias.
e pensar que já faltaram 181 dias. 6 meses.
ja só faltam 13 para voltar.
voltar.
a minha casa. As minhas pessoas. A minha língua.
saudade.
as minhas pessoas. Os abraços que quero receber. A voz que quero ouvir. O sorriso que quero ver. A mota que quero conduzir. O silêncio que preciso. A minha cama.
a minha cama. A casa que nao é minha. O campo e ar puro. O ar que é puro. O ar que nao é poluido.
o campo e Lisboa. Lisboa e o campo. Lisboa e as cores. Lisboa e as pessoas. E a minha língua. Português. Portugal. Lisboa. O campo. Saudade.
esta quase...
ja só faltam 13 para voltar.
voltar.
a minha casa. As minhas pessoas. A minha língua.
saudade.
as minhas pessoas. Os abraços que quero receber. A voz que quero ouvir. O sorriso que quero ver. A mota que quero conduzir. O silêncio que preciso. A minha cama.
a minha cama. A casa que nao é minha. O campo e ar puro. O ar que é puro. O ar que nao é poluido.
o campo e Lisboa. Lisboa e o campo. Lisboa e as cores. Lisboa e as pessoas. E a minha língua. Português. Portugal. Lisboa. O campo. Saudade.
esta quase...
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
post n. 645
reparei por acaso que este será o número 645.
seisquatrocinco.
gosto tanto deste numero. Gosto tanto desta música.
seisquatrocinco.
gosto tanto deste numero. Gosto tanto desta música.
Gosto-te. Tenho (demasiadas) saudades. Tuas.
"quando nos lancamos para uma relacao devemos dar tudo e acreditar em tudo. Mas nao precisamos de deixar de ser nos proprios para que gostem mais de nos. Porque as coisas sofregas tb se gastam rapido.
Mas que é que tu sentes?"
disseste-me um dia...
e o que é que eu sinto? Saudades tuas,
só isso.
desculpa.
"quando nos lancamos para uma relacao devemos dar tudo e acreditar em tudo. Mas nao precisamos de deixar de ser nos proprios para que gostem mais de nos. Porque as coisas sofregas tb se gastam rapido.
Mas que é que tu sentes?"
disseste-me um dia...
e o que é que eu sinto? Saudades tuas,
só isso.
desculpa.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
domingo, 21 de setembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
merda
estamos cada vez mais longe. Ate as horas fazem questão de nos lembrar disso. E só consigo ter saudades tuas.
merda.
e ver-te sorrir, ao sol, feliz e como bem mereçes estar só me faz querer nao gostar de ti. Mas gosto. Desde o primeiro minuto em que te vi. Desde a primeira vez em que apertaste as minhas mãos. Desde o primeiro, e inesquecível, beijo que me deste. Gosto-te como sei que não vou gostar de mais ninguém. E tive-te como sei que não vou voltar a ter. Porque tudo o que é bom acaba
e tudo o que é perfeito nao pode durar para sempre.
merda.
e ver-te sorrir, ao sol, feliz e como bem mereçes estar só me faz querer nao gostar de ti. Mas gosto. Desde o primeiro minuto em que te vi. Desde a primeira vez em que apertaste as minhas mãos. Desde o primeiro, e inesquecível, beijo que me deste. Gosto-te como sei que não vou gostar de mais ninguém. E tive-te como sei que não vou voltar a ter. Porque tudo o que é bom acaba
e tudo o que é perfeito nao pode durar para sempre.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
i walk on water
hoje tive o melhor dia de toda a minha vida.sim, da minha vida.
em termos de experiências e de momentos. de emoçoes e sorrisos.
de paisagens estonteantes. de locais que me enchem o peito, os olhos, a alma....
de pessoas que no fundo, só querem aproveitar a vida, tal como eu.
foi um dia perfeito.
e descobri estes senhores. que são Islândeses e amigso do menino que nos proporcionou o melhor dia das nossas vidas...
Islândia, vais ser minha outra vez!
fica prometido.
em termos de experiências e de momentos. de emoçoes e sorrisos.
de paisagens estonteantes. de locais que me enchem o peito, os olhos, a alma....
de pessoas que no fundo, só querem aproveitar a vida, tal como eu.
foi um dia perfeito.
e descobri estes senhores. que são Islândeses e amigso do menino que nos proporcionou o melhor dia das nossas vidas...
Islândia, vais ser minha outra vez!
fica prometido.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
se calhar andas a ler demais, Rita.
As vezes penso que
vou acordar a qualquer momento. Parece tudo tão irreal. Quando ando pelo meio
dos campos da Irlanda, ou nos corredores do barco, ou de bicicleta por
Barcelona, ou mergulho na Croácia ou em Itália… acho sempre que a qualquer
momento vou abrir os olhos e estar na minha cama. Na casa de sempre. No sitio
de sempre. Com os mesmos de sempre.
Há coisas que
acontecem na vida e não sabemos nunca como explicar.
Parece saído de um
filme. Ou de um livro. Daqueles bem grandes onde lemos e não nos cansamos
porque queremos saber o que se vai passar a seguir.
É isso. É um livro.
E a qualquer momento o autor vai mudar-me o cenário. E a situação. E as
pessoas.
Hoje dei por mim a
pensar nisso. Se a minha vida fosse um livro e eu simplesmente não existisse,
mas fosse sim uma personagem criada e trazida ao mundo só para contar uma
historia. Acho que a historia seria a de uma menina cheia de sonhos.
Não sei como será
que acaba.. gostava que fosse como nos livros infantis, em que tudo acaba bem.
Gostava também que fosse uma historia curta. Mas não me parece. Parece-me uma
daquelas sagas que nunca mais acaba, com livros bem grandes e cheios de
adjectivos. Porque neste momento vivo e vejo muita coisa, teem de haver muitos
adjectivos e descrições. Porque neste momento a minha historia é aquilo que
vejo e ouço e não propriamente a minha. Uma historia que conta historias.
Porque não estou a
ir para lado nenhum a não ser para onde me levam. Traço o meu caminho na minha
cabeça, como se de um esboço se tratasse… como se nem o autor soubesse ainda
muito bem o que fazer comigo a seguir.. qual será a minha próxima aventura ou
desafio…
Um dia vou acordar.
E ler um livro sobre uma menina cheia de sonhos.
Será um Best-Seller.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Segunda-feira
Cinco
meses sem um dia so para mim. Um dia de sofá e filmes. Um domingo
como os domingos normais.
Cinco meses de segundas-feiras.
Hoje só me apetecia ficar em silêncio a ver filmes e séries ou simplesmente a fazer zapping. Comer no sofá e ficar a fazer scroll down no tumblr. Olhar la para fora e a paisagem estar igual ao dia anterior.
Cinco meses de segundas-feiras.
Quero a minha cama.
Cinco meses de segundas-feiras.
Hoje só me apetecia ficar em silêncio a ver filmes e séries ou simplesmente a fazer zapping. Comer no sofá e ficar a fazer scroll down no tumblr. Olhar la para fora e a paisagem estar igual ao dia anterior.
Cinco meses de segundas-feiras.
Quero a minha cama.
domingo, 7 de setembro de 2014
terça-feira, 2 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
o meu patrimonio.
Não tenho muito. Não
tenho quase nada na verdade. Para viajar basta-me uma mala e sei que não vou
precisar de mais nada.
O que deixo para
trás e é meu também não passa de uma cama grande e uma mota.
A minha cama é
minha. E eu gosto muito dela. E tive de juntar dinheiro durante algum tempo
para a comprar. Porque queria uma cama mesmo grande e boa.
A minha cama ficou
no quarto que ainda é meu numa casa que já não é minha há algum tempo.
O sítio onde guardo
as minhas coisas gosto de o pensar intocável. Não gosto que mexam nas minhas
coisas.
Não gosto que me
digam que a minha cama é mesmo grande sem que la esteja a dar permissao para
que se deitem nela. Não gosto que me digam que o meu quarto está diferente sem
que la esteja a dizer onde quero as coisas.
Hoje custou-me
quando me disseram que o meu quarto está diferente. Custou-me pensar que o
único sitio que ainda dava como intocavelmente (acho que isto não existe mas
não interessa) meu afinal não é só meu.
Custa-me não saber
para onde voltar.
Porque ir também é
voltar.
Preciso de um
património maior e em que só eu guardo a chave. É isso.
o meu sitio. que sei que terá de ser em Lisboa.
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