quinta-feira, 29 de novembro de 2012
a musica que deu nome ao blog. o blog que me deu a voz a mim. a voz dela que sera sempre a melhor. o concerto que, entre tantos (demasiados julgo) foi o melhor de sempre. 3h de paraiso. 3 horas de sonhos. tres horas de tudo. sem me cansar. exactamente aquelas que queria ouvir. e um extra. os melhores. do melhor. amanha escrevo sobre o que senti ontem. que nao tem nada a ver. nem se compara. mas eles sao do melhor. os melhores.
you and i. eu e eles ja fomos a tantos sitios. eles nao sabem. mas é amor que eu sinto por eles. e so por eles. nao amo mais ninguem desta maneira. o meu amor é platonico e é deles. e tambem um bocadinho teu.
que ainda hoje me fazes sangrar.
apaixono.me sempre que a vejo. apaixono-me sempre que sorri. apaixono-me quando lhe ouço a voz. apaixono-me so de a pensar. nunca estive la. nunca lhe estive perto. nunca lhe fui confidente de nada. mas eu apaixono-me por ela so de a imaginar a sorrir.
ela tem, definitivamente, o sorriso mais bonito do mundo. tres pecados num nome so.
é ela. dois pecados numa pessoa so. ela nao sabe que a amo.
amo-te. a ti e a tudo o que te rodeia. a tua luz em dias escuros. a tua vontade em dias claros. ou quando o dia nasce.
es tu.
ela tem, definitivamente, o sorriso mais bonito do mundo. tres pecados num nome so.
é ela. dois pecados numa pessoa so. ela nao sabe que a amo.
amo-te. a ti e a tudo o que te rodeia. a tua luz em dias escuros. a tua vontade em dias claros. ou quando o dia nasce.
es tu.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
sem titulo.
Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir.
Sentir tudo de todas as maneiras.
Sentir tudo excessivamente,
Porque todas as coisas são, em verdade, excessivas
E toda a realidade é um excesso, uma violência,
Uma alucinação extraordinariamente nítida
Que vivemos todos em comum com a fúria das almas,
O centro para onde tendem as estranhas forças centrífugas
Que são as psiques humanas no seu acordo de sentidos.
Sentir tudo de todas as maneiras.
Sentir tudo excessivamente,
Porque todas as coisas são, em verdade, excessivas
E toda a realidade é um excesso, uma violência,
Uma alucinação extraordinariamente nítida
Que vivemos todos em comum com a fúria das almas,
O centro para onde tendem as estranhas forças centrífugas
Que são as psiques humanas no seu acordo de sentidos.
Álvaro de Campos
Gostar é uma entidade suprema, unica, egoista, incompreensível. é um estado que pertence a cada individuo singular, não há nada mais seu, mais próprio de si mesmo e da sua possessão que qualquer amor que ele sinta. Quando gostas o amor que sentes é apenas teu, aquilo que partilhas com a outra pessoa é uma espécie de imitação, uma tentativa de reprodução, uma ingénua e bonita ilusão de que o outro que também sente compreende o que tu sentes. Nunca vai compreender. Não existe uma verdadeira partilha. Há coisas que se demitem de serem partilhadas e não resultam coisa nenhuma de uma troca recíproca. Gostar não tem relação nenhuma de causa efeito. Deixem lá essas tretas da reciprocidade. Não gostas porque recebeste. Resultam absolutamente do absurdo, do insano que és tu. Gostar tem existência própria, independente. Não gostas porque o outro gosta, não gostas porque o outro dá, gostas porque gostas. Porque não podes contornar isso, não há nada que possas fazer. Gostas. Tem tanto de lógico como o resto das coisas que não se explicam. E o gostar é teu. Irreversivelmente, cruelmente teu. O que existe é a ilusão bonita e necessária, de que cada autista apaixonado consegue compreender o que o outro sente. Mas nunca consegue. Fica a tentativa, a amostra, a representação do que se sente quando se partilha. Inútil tentativa, mas essencial. O amor é egoista. Nenhum amor egoista é suficientemente egoista e portanto bonito se não for ingénuo. E ridiculo e absurdo o suficiente.
[podia devanear sobre isto durante horas. mas nao me apetece. um dia acabo]
hoje queria escrever sobre o que sinto. o que senti ha umas horas. na minha cabeça ha tantas coisas que quero escrever. mas quando agarro na caneta ou me sento aqui ha frente nao sai nada do que quero. amanha vou tentar explicar o que senti hoje. sei que é dificil, porque é tao e somente meu. mas preciso tentar.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
I've been lost | I've been found
Sentir no rosto a brisa salgada que do rio emana, contemplar a minha cidade com um sorriso e uma lágrima ao canto do olho.
Puxo as mangas do meu casaco de forma a encobrirem as minhas mãos, agasalho o pescoço apertando um pouco mais o cachecol, o Inverno lisboeta não perdoa.
Saio em direcção ao Terreiro do Paço. No ar sente-se o aroma a castanha assada; à medida que me aproximo escuto ao longe o fado que pelas ruas da Baixa ecoa.
O meu coração bate desenfreadamente.
Chego ao Terreiro do Paço, onde uma quantidade absurda de turistas ora contemplam o Tejo ora tiram fotografias de si próprios junto à estátua de D. José I. Sorrio, levo a mão ao bolso do meu casaco de onde retiro o meu maço de tabaco e o isqueiro, acendendo um cigarro de seguida. Vou ser cliché, não o sendo: um cigarro pensativo. Muito pensativo.
Caminho em direcção ao Arco Triunfal da Rua Augusta, é impossível não me sentir mínima ao passar pelas suas abóbodas imponentes.
Um turbilhão de emoções assoma o meu peito, um turbilhão de pensamentos a minha mente.
Sem pressa e em passadas pequenas chego ao Rossio, mas não me demoro. Viro então à direita, com destino a Alfama.
Meto-me por ruas e mais ruas, todas aparentemente iguais mas tão diferentes. Demoro o olhar numa das muitas casas antigas, onde à janela um senhor de idade fuma o seu cachimbo, fitando o nada.
Ao seu lado aparece um gato que, descontente pela negligência do seu dono, rapidamente desaparece no fundo negro da casa.
Prossigo caminho. Sinto-me a viajar em piloto automático, vivo na minha mente, analiso as emoções e os sentimentos que esta cidade desperta em mim.
De vez em quando passo por turistas perdidos, que embaraçados lá se decidem a pedir-me direcções. Não consigo evitar pensar que podias ser um destes turistas.
Perder-me-ia contigo, na minha própria cidade, que ja foi nossa.
Cabisbaixa, já com os músculos doridos e o rosto gelado, chego a uma rua sem saída. Admito a mim mesma não saber onde me encontro, mas nem por isso volto atrás.
Vejo ao fundo um arco, uma passagem escura, encoberta pelas sombras dos edifícios. Relutante, caminho até ela, e qual não é o meu espanto ao observar que tal lugar esconde uma das mais belas vistas lisboetas.
Uma varanda de forma quadrada, coberta de azulejos indubitavelmente mais antigos que eu, de onde Lisboa se estende, imponentemente, ao largo do Tejo. Encosto-me às grades ferrugentas, gastas pelo passar dos anos, das estações, das gerações que ali passaram e tal como eu se maravilharam com esta pérola escondida no coração de Lisboa.
Olho para além daquela vista assombrosa, para dentro da minha mente; já não sei quem sou.
Perco-me em memórias distantes, encobertas e gastas pelo peso da era do tempo, em beijos escondidos do mundo, quando tudo o que importava se encontrava entre aquelas quatro paredes; nada mais existia.
Recordo os teus dedos entrelaçados nos meus, a tua respiração contra a minha pele nua. Uma lágrima fugidia que gritava "Não vás, faz de mim a tua casa".
Como é possível sentir ainda tudo isto, olhar para a minha cidade e continuar a sentir o vazio deixado pela inexistência dos teus passos nestas calçadas, do teu olhar atónito e apaixonado sobre as fachadas destes edifícios, do esvoaçar dos teus cabelos ao aproximares-te do Tejo?
Acordo do transe em que me encontrava, ao longe fito uma nuvem escura que ameaça chuva.
De novo em piloto automático, e desta vez completamente alheia ao mundo que me rodeia, percorro o mesmo caminho que até aqui me trouxe. Foi ao chegar à Baixa que a primeira gota de chuva tocou a minha pele, para imediatamente desaparecer entre tantas outras. Sem me importar com a roupa que agora se cola, ensopada, à minha pele, não acelero o passo.
Acendo um outro cigarro que teima em arder, nunca desistindo perante toda a chuva que cai. As metáforas sempre foram o meu forte.
Volto a casa. Olho a colina pela ultima vez, mas nada mais avisto que uma massa disforme de cores.
És uma ilusão. Sempre foste e, enquanto Lisboa não for tua por um dia, sempre o serás.
2010.
domingo, 18 de novembro de 2012
or no.
No matter how many years go by, i know one thing to be as true as ever was - Ill see you soon.”
terça-feira, 13 de novembro de 2012
sol de Inverno
que bom que é voltar assim.
o Sol deixa-me mais feliz. é tudo mais facil quando faz sol.
[it's thirteen baby!]
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
voltei
voltei.
nao tenho fotografias para mostrar.
nem grandes aventuras para contar.
tenho-me a mim e aquilo em que estes dias me tornaram.
mais sã. mais feliz. com saudades disto, portanto, preenchida. por agora.
nao tenho nada de especial para dizer sobre os sitios onde estive, apenas tenho que agradecer as pessoas por terem la estado. e tambem as pessoas que ca estão por me receberem de braços abertos....
afinal, houve ate quem tivesse saudades minhas (ou pelo menos que o tenha dito, se sentiu ou nao nao tenho a certeza....)
eu, confesso, nao tive grandes saudades disto... mas de algumas pessoas sim. por acaso, das mesmas pessoas que me disseram ter saudades minhas. e mais algumas.
ainda bem. sair é bom porque voltar nos trás sempre coisas novas.
e boas. e eu gosto disso.
"Like in Lost in Translation
Please do that!"
nao tenho fotografias para mostrar.
nem grandes aventuras para contar.
tenho-me a mim e aquilo em que estes dias me tornaram.
mais sã. mais feliz. com saudades disto, portanto, preenchida. por agora.
nao tenho nada de especial para dizer sobre os sitios onde estive, apenas tenho que agradecer as pessoas por terem la estado. e tambem as pessoas que ca estão por me receberem de braços abertos....
afinal, houve ate quem tivesse saudades minhas (ou pelo menos que o tenha dito, se sentiu ou nao nao tenho a certeza....)
eu, confesso, nao tive grandes saudades disto... mas de algumas pessoas sim. por acaso, das mesmas pessoas que me disseram ter saudades minhas. e mais algumas.
ainda bem. sair é bom porque voltar nos trás sempre coisas novas.
e boas. e eu gosto disso.
"Like in Lost in Translation
Please do that!"
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
e nao me perguntes nada | que eu nao sei dizer
_ todo este romantismo pessoal gera uma poesia íntima onde mesmo de esterno partido o coração bate sempre |
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Fala-se ao destino. Falamos ao destino. Falo com o meu destino todos os dias no banho. Gasto água desnecessariamente porque simplesmente é ali que penso mais e melhor. Porque imagino o destino, cruzo-o com os sonhos, divido-o com o meu bem estar. vejo o resultado de olhos fechados com a cara dormente e enrugada pela água quente. o meu destino é igual a....mim. sair da água. Ir à procura. Foi sempre isso que fiz.
vou à procura daquilo que quero. Vou à procura. uso todos os truques, levo head-phones e ouço os Cure sempre que queira, ouço os lcd para andar mais rápido... vou com toda a pop que conheco, ouço tudo, olho nos olhos de quem mais quero e gosto.
Olhos no olhos das pessoas normais que atravessam a rua com os seus sacos de compras para o jantar dos filhos e filhas normais, ou mais normais que aqueles que mais anormais são por se pensarem diferentes. é diferente quem pensa. pensa. pensa. pensa por ti. pensa por ti. eu ganho, tu ganhas, ganhamos os dois. isto não se pára.
Isto não "separa". não separes o que és, daquilo que queres fazer. nunca te separes de ti. nunca deixes de rir com os refrões, nunca deixes de chorar com o cinema paraíso. nunca deixes de chorar quando vês o extreme makeover no people and arts. nunca deixes de chorar quando estás nervoso e só. Nunca deixes de rir.... nunca deixes de te rir quando te lembras da escola e do teu ano 9.
Nunca te esqueças. eu ganho tu ganhas, ganhamos os dois, isto não se pára. isto nao se paga..
sai. sai. sai mais, isto não se pára. vive. Vive. vê mais. sai mais.
nunca penses hoje que ontem não devia ter existido.
nunca deixes. nunca te deixes. isso não se pára. isso não se paga.
vou à procura daquilo que quero. Vou à procura. uso todos os truques, levo head-phones e ouço os Cure sempre que queira, ouço os lcd para andar mais rápido... vou com toda a pop que conheco, ouço tudo, olho nos olhos de quem mais quero e gosto.
Olhos no olhos das pessoas normais que atravessam a rua com os seus sacos de compras para o jantar dos filhos e filhas normais, ou mais normais que aqueles que mais anormais são por se pensarem diferentes. é diferente quem pensa. pensa. pensa. pensa por ti. pensa por ti. eu ganho, tu ganhas, ganhamos os dois. isto não se pára.
Isto não "separa". não separes o que és, daquilo que queres fazer. nunca te separes de ti. nunca deixes de rir com os refrões, nunca deixes de chorar com o cinema paraíso. nunca deixes de chorar quando vês o extreme makeover no people and arts. nunca deixes de chorar quando estás nervoso e só. Nunca deixes de rir.... nunca deixes de te rir quando te lembras da escola e do teu ano 9.
Nunca te esqueças. eu ganho tu ganhas, ganhamos os dois, isto não se pára. isto nao se paga..
sai. sai. sai mais, isto não se pára. vive. Vive. vê mais. sai mais.
nunca penses hoje que ontem não devia ter existido.
nunca deixes. nunca te deixes. isso não se pára. isso não se paga.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
nao tenho uma frase, mas tenho musica, pasteis Nata e muitas historias para contar. nao tenho nada de muito para dizer, mas para ESTArMOS JUNTaS invento ate musica, e sol, e palavras e sorrisos. porque quando ouço coisas boas te penso e quando te penso ouço coisas boas. e dessa forma estamos juntas. e sem estarmos juntas nos juntamos. e dançamos. e lembramo-nos dos momentos que passamos juntas. e invento momentos contigo. e imagino que dançamos. juntas. eu e tu. tu e eu.
e as vezes perdemo-nos. e ja nao estamos perdidas. e eu so te queria encontrar.
quando me dizes onde?
e as vezes perdemo-nos. e ja nao estamos perdidas. e eu so te queria encontrar.
quando me dizes onde?
um final assim..
é mais facil de entender....
porque em acustico soa sempre melhor.
um final. assim. é mais facil de entender.
um final. assim. é mais facil de entender.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além... Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente... Amar!
Amar!
E não amar ninguém! Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida: É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar! E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
Amar só por amar: aqui... além... Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente... Amar!
Amar!
E não amar ninguém! Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida: É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar! E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
Florbela Espanca
domingo, 21 de outubro de 2012
but i.am.free.
i was in the winter of my life, and the men i met along the road were my only summer. at night i fell asleep with visions of myself dancing and laughing and crying with them. three years down the line of being on an endless world tour, and my memories of them were the only things that sustained me, and my only real happy times. i was a singer, not a very popular one. i once had dreams of becoming a beautiful poet, but upon an unfortunate series of events saw those dreams dashed and divided like a million stars in the night sky that i wished on over and over again, sparkling and broken.
but i didn’t really mind because i knew that it takes getting everything you ever wanted and then losing it to know what true freedom is. when the people i used to know found out what i had been doing, how i had been living, they asked me why. but there’s no use in talking to people who have a home. they have no idea what its like to seek safety in other people, for home to be wherever you lay your head. i was always an unusual girl. my mother told me i had a chameleon soul. no moral compass pointing due north, no fixed personality. just an inner indecisiveness that was as wide and as wavering as the ocean. and if i said i didn’t plan for it to turn out this way i’d be lying, because i was born to be the other woman.
i belonged to no one, who belonged to everyone. who had nothing, who wanted everything, with a fire for every experience and an obsession for freedom that terrified me to the point that i couldn’t even talk about it, and pushed me to a nomadic point of madness that both dazzled and dizzied me.
every night i used to pray that i’d find my people. and finally i did, on the open road. we had nothing to lose, nothing to gain, nothing we desired anymore, except to make our lives into a work of art.
live fast - die young - be wild - and have fun.
i believe in the country america used to be. i believe in the person i want to become. i believe in the freedom of the open road. and that motto is the same as ever. “i believe in the kindness of strangers, and when i’m at war with myself, i ride, i just ride.”
who are you? are you in touch with all your darkest fantasies? have you created a life for yourself where you can experience them?
i have. i am fucking crazy. but i. am. free.
but i didn’t really mind because i knew that it takes getting everything you ever wanted and then losing it to know what true freedom is. when the people i used to know found out what i had been doing, how i had been living, they asked me why. but there’s no use in talking to people who have a home. they have no idea what its like to seek safety in other people, for home to be wherever you lay your head. i was always an unusual girl. my mother told me i had a chameleon soul. no moral compass pointing due north, no fixed personality. just an inner indecisiveness that was as wide and as wavering as the ocean. and if i said i didn’t plan for it to turn out this way i’d be lying, because i was born to be the other woman.
i belonged to no one, who belonged to everyone. who had nothing, who wanted everything, with a fire for every experience and an obsession for freedom that terrified me to the point that i couldn’t even talk about it, and pushed me to a nomadic point of madness that both dazzled and dizzied me.
every night i used to pray that i’d find my people. and finally i did, on the open road. we had nothing to lose, nothing to gain, nothing we desired anymore, except to make our lives into a work of art.
live fast - die young - be wild - and have fun.
i believe in the country america used to be. i believe in the person i want to become. i believe in the freedom of the open road. and that motto is the same as ever. “i believe in the kindness of strangers, and when i’m at war with myself, i ride, i just ride.”
who are you? are you in touch with all your darkest fantasies? have you created a life for yourself where you can experience them?
i have. i am fucking crazy. but i. am. free.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
novembro
eles veem ca! mais um a juntar ha lista do mes!
Novembro avista-se um excelente mes! tem potencial para vir a ser o melhor deste ano. mas nao vamos criar expectativas!
mas que pelo menos esta noite vai ser assim... espectacular.. isso vai! ;)
e assim se cria a felicidade
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
and you caused it
Setting fire to our insides for fun
Collecting names of the Lovers that went wrong
[THE LOVERS THAT WENT WRONG]
And if you're in love, then you are the lucky one,
'cause most of us are bitter over someone.
Setting fire to our insides for fun,
To distract our hearts from ever missing them. But i'm forever missing.
Collecting names of the Lovers that went wrong
[THE LOVERS THAT WENT WRONG]
And if you're in love, then you are the lucky one,
'cause most of us are bitter over someone.
Setting fire to our insides for fun,
To distract our hearts from ever missing them. But i'm forever missing.
é so isto
por entre outros. este foi um belo presente de aniversario! Novembro avista-se um excelente mes.
Obrigada!
Obrigada!
terça-feira, 9 de outubro de 2012
é uma miuda. nada mais que uma miuda. sonha como uma. fala como uma. pensa como uma. é tudo colorido e bonito para ela. para ela no mundo a crise nao pode afectar os corações. para ela o mundo é mais bonito do que aquilo que todos dizem ser. para ela podemos fazer festas todos os dias. esta tudo bem. é paciente e chata. gosta de saber coisas novas e ter coisas para contar. quando nao tem nao se sente bem. gosta de fazer coisas. muitas coisas. demasiadas coisas. precisa de pessoas ha volta se nao nao faz sentido nenhum. diz ela. na verdade, ela so queria uma pessoa ao pe dela. nao sabe quem nem porque. uma pessoa. as vezes pensa que sabe quem quer. mas nao sabe. ela no fundo nao sabe nada. ela no fundo nao quer saber nada. nem ter historias para contar. nem encher-se de gente ha volta. so queria saber o nome da pessoa que quer ter ao lado. so queria contar uma historia. so queria ter alguem. ali. nao todas as pessoas. nao demasiadas pessoas. sem copos e sem festas. era so uma pessoa.
mas ela nao pode. ainda. ela tem que resolver os fantasmas da cabeça dela. ela tem que ganhar paciencia para os seus proprios silencios, so depois os pode partilhar com alguem. ela tem que ter calma e nao querer conquistar o mundo num so dia. "vou conquistar o mundo para poder ter o mundo para te dar"-diz ela. ela tem que aprender a dar menos. ela tem que aprender a receber. ela ainda tem tanto que aprender que as vezes parece uma menina. mas ela ja é mulher. dizem.
uma menina com historias de mulher. uma menina com feridas de mulher. uma menina que ja viveu tanto que as vezes se esquece daquilo que ja passou. daquilo que ja sofreu. daquilo que ja riu. das viagens que ja fez. e das pessoas que ja lhe passaram ha frente. da diferença que fez e faz na vida das outras pessoas. "o teu sorriso ilumina esta sala e mais algumas aqui ha volta" - a sala era o coliseu. e o sorriso dela era o mais puro e sincero de sempre. daqueles sorrisos de menina que raramente se veem em mulheres. nunca mais me esqueço.
ela esquece-se de demasiadas coisas. ela perde-se demasiadas vezes.
[Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz.]
a primeira vez que li isto foi em 2008. lembro-me bem. lembro-me em quem pensei quando o li. lembro-me de o sentir como se nao existisse mais ninguem no mundo que eu pudesse amar assim. como se nao fosse esquecer nunca. em 2010 voltou a fazer sentido. e a historia repetiu-se. e eu voltei a encontrar esta frase. em 2012 toda a gente conhece e ja toda a gente contou ate três baixinho ao som desta musica.
em 2012 volto a contar ate três. nao sei porque mas fico-me sempre pelo 2. sempre. digo baixinho um. digo ainda mais baixinho dois. e o três ja nao sai.
será por isso?
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz.]
a primeira vez que li isto foi em 2008. lembro-me bem. lembro-me em quem pensei quando o li. lembro-me de o sentir como se nao existisse mais ninguem no mundo que eu pudesse amar assim. como se nao fosse esquecer nunca. em 2010 voltou a fazer sentido. e a historia repetiu-se. e eu voltei a encontrar esta frase. em 2012 toda a gente conhece e ja toda a gente contou ate três baixinho ao som desta musica.
em 2012 volto a contar ate três. nao sei porque mas fico-me sempre pelo 2. sempre. digo baixinho um. digo ainda mais baixinho dois. e o três ja nao sai.
será por isso?
nao, nao é porque faço anos. nao é porque sinto a idade a passar por mim e eu na mesma. nao sinto a idade a passar por mim. ainda. nem me sinto na mesma. ninguem é a mesma pessoa de ontem. nem da semana passada. nem do outro ano. vemos sempre mais. falamos sempre mais. temos outras coisas para contar e isso faz de nos pessoas diferentes. nao me sinto a mesma. acho que as historias que tenho para contar agora ja nao me metem piada. ja nao teem a piada que tinham antigamente. porque quando contamos as mesmas coisas varias vezes elas deixam de ser engraçadas. e eu ja nao quero mais ter piada. quero falar de outras coisas. fazer outras coisas. crescer e sentir que estou a fazê-lo. sentir a idade a passar por mim. talvez. acordar e nao me arrepender. ou pelo menos, acordar e lembrar-me. fazer alguma coisa pelo meu bem estar. fisico e emocional. comecei ontem. nao. antes de ontem. era domingo e apesar de dizerem que temos tendencia para esperar pelo inicio da semana para começar algo eu quis contrariar isso. era domingo e eu quis começar de novo. comigo propria. eu e eu. tal como o nome deste sitio. me, myself and i. as vezes parece que somos mesmo três. outras vezes parece que somos mais. mas isso nao é desculpa. eu sou eu e nao ha espaço para mais ninguem. e quem esta ha volta tambem nao se interessa com isso. ontem foi segunda e comecei outra coisa. pelo meu bem-estar e porque preciso muito. o desporto sempre fez parte e mim e tinha mesmo que voltar a fazer. e isto nao interessa nada a ninguem senao a mim mesma. mas escrevo-o porque preciso de me lembrar de certas coisas de vez em quando. (re)comecei no domingo. corri na 2a. hoje mentalizo-me. amanha faço anos.
e foi tudo coincidencia.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
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