sábado, 10 de maio de 2014

segunda-feira, 5 de maio de 2014



Tenho saudades.
De tudo. De nada. 


De sentir.

equilibrio.



Sentir muito. Sentir pouco. Não sentir nada.
Exprimir muito. Exprimir pouco. Nao exprimir nada.
Sorrir muito. Sorrir pouco. Chorar.
Aqui e agora é difícil equilibrar. Ser equilibrada.
Aqui e agora acontece muito, mas não acontece nada.
Aqui e agora vive-se para o futuro. Cada dia é  um novo dia, por mais que se tente aproveitar cada dia e o que cada dia nos pode trazer de melhor, vive-se sempre para o amanha.
Amanha vai ser melhor. Amanha é diferente. Amanha vou pensar no outro amanha. E assim se passa. Hoje não sinto. Amanha. Amanha e mais outro amanha. Hoje não digo. Amanha.
A vida é fodida. E devia ser tudo mais simples. E eu tento continuar simples e positiva nos ‘amanhas’ que são hoje. Mas hoje não esta a ser fácil. Nunca é. Por isso… o amanha tornou-se o meu melhor amigo.
A esperança é a ultima a morrer.
Amanha sinto. Amanha digo. Amanha é melhor. Se não for… há o depois de amanha. E depois de depois de amanha….

terça-feira, 22 de abril de 2014

quando trabalho passam-me mil coisas pela cabeça que poderia dizer aqui. que gostava de dizer aqui. mas depois chego e.... ja nao me sai nada.
vou começar a andar com um gravador no bolso. pode ser que resulte.

podia ser pior.

viver num barco tem dias em que mais parece que se tem os pes bebados e a cabeça de ressaca .... e o pior é que nao bebo nada á... demasiado tempo!

segunda-feira, 21 de abril de 2014

domingo, 20 de abril de 2014

Home.

hoje ouvi alguem em conversa:
'so you've traveled around the world lot's of times?'
'Yes, Yes!'
'And what's the best place you've ever been?'
'Home.'

quarta-feira, 9 de abril de 2014

simples.

desde á muito tempo que sempre tive complexos com o sitio de onde vim. onde cresci. nao significa que nao goste dele, adoro-o e nao o troco por nada. nao significa que nao goste da minha casa. é minha e é o unico sitio onde sei que é certo voltar. todas as outras sao temporarias e de passagem.
nao me envergonho das minhas raizes, mas sempre fui insegura em relação ao que pudessem pensar ao conhecer o sitio de onde venho.
ha uns tempos vi-me obrigada a passar esses complexos e fazer uma festa ca. correu bem melhor do que esperava e toda a gente adorou. tenho os pais mais queridos e tranquilos de sempre. e nao me posso queixar.
desta vez vou repetir. com pessoas que me sao bem mais importantes e chegadas. tenho medo e receio que conhecam as minhas origens. que nao gostem. que  se desiludam.
sou sempre demasiado insegura com isto.
a verdade é que o sitio de onde venho é simples. tal como eu.
aqui somos todos simples. e se na nossa casa as coisas nao estao ainda da maneira que queremos sabemos que o tempo nos ajudará a chegar la.
somos simples e felizes.
continuo insegura com o que elas possam pensar ou sentir. mas no fundo, se nao entenderem de onde venho tambem nunca me entederam a mim.

e é so isto.

terça-feira, 11 de março de 2014

first kiss





os primeiros beijos sao sempre mais intensos e especiais que todos os outros. os primeiros beijos sao muitas vezes impulsos genuinos e que nao temos coragem nem tempo de negar.
sao especiais e importantes. mesmo que sejam os unicos.


eu gosto de primeiros beijos e de sentir a intensidade que neles vive e muitas vezes se intensifica logo nos segundos imediatamente aos labios se tocarem a primeira vez.
os primeiros beijos sao verdadeiros.
os primeiros beijos sao.. os primeiros. e isso da-lhes sempre um peso que os outros beijos nao teem. porque nunca se sabe onde o amor pode estar escondido... e ás vezes basta um beijo para o perceber.



terça-feira, 7 de janeiro de 2014

an-si-e-da-de

quem espera sempre alcança.
quem espera desespera.

entendam-se la nessa coisa dos proverbios, que a espera é uma seca e ja nao sei o que pensar. nem o que fazer. nem o que responder quando me perguntam quando vai ser.
quero tanto saber como nao quero.
quero tanto ir como nao quero.
quero mais do que nao quero.
preciso saber o que é isto que procuro à tanto tempo. mas nao preciso nada saber que deixo ca demasiado à minha espera. sinto que nao tenho esse direito. nao quero ter essa responsabilidade. mas ao mesmo tempo quero e faço questao de ter.
é tao... ambiguo e dificil.

a partida devia ser tao feliz quanto a chegada. talvez seja facil para mim, que vivi a vida toda a ir ao aeroporto buscar e levar o pai que no fundo nunca conheci. sei e reconheço que isso nao é vida. ainda hoje olho para a minha mae e penso como foi possivel viver toda a vida num romance intermitente. é admirável. nao quero ter de fazer ninguem passar por isso. sinto-me mal ao pedir para me esperarem. sinto-me ainda pior ao pedir para nao me esperarem.

an-si-e-da-de

só. isso.


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

********

Acima de todas essas coisas que tenho para te (d)escrever
Estão todas as que nem sei como serão ditas.
Todas essas palavras se afogam no suor das palmas das nossas mãos
E nessa maneira única de te sentir,
Como se me rasgasses a Alma nessas rajadas de arrepios cálidos.

Talvez por isso te escreva sem pretensões...
Talvez por isso nem escreva nada.

Não me sente escrever apenas
Se nas palavras não te tocar
Um beijo.

(E bem que me podes beijar...
É assim que te sinto.)

Tão bem que te sinto!

Acima de todas essas palavras que nem sei como serão ditas,
Estão todas as páginas que arranquei.
(Não tenhas medo,
Só queria que fosse exímio.)
Foi somente dentro do teu corpo que moldei a minha escrita,
E agora nada escrevo.

Não foi falta de inspiração,

O que nos (d)escreve é simplesmente
Amor.

Catarina Mota de Sá
10 de Dezembro, 2013








 

porque as palavras nao me saem. porque, tal como ela diz e muito bem:
"Foi somente dentro do teu corpo que moldei a minha escrita,
E agora nada escrevo.

Não foi falta de inspiração,

O que nos (d)escreve é simplesmente
Amor.
"

e perante isto.... perco-me em sentimentos e emudeco deslumbrada pelo que sinto.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

no words.

oh Lana....





confesso que quando apareceu me irritava. depois acho que me fui habituando áquele jeito triste e malancolico dela. agora voltou e deixou-me de boca aberta. Adoro! Amo! está Genious! e subiu muito na minha consideração!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

a falta de tempo faz-me nao conseguir parar muito aqui. nao o suficiente, nao quanto queria. sempre que consigo parar por aqui nao consigo escrever. nao tenho muito para dizer, é um facto. mas as vezes é mais facil. e ultimamente nao tem sido. nao tem sido facil parar. no entanto sinto que nao tenho andado para lado nenhum. nao tenho feito nada de mais. nao tenho estado com quem deveria estar. nao tenho dado atenção a quem devia dar. nem a mim propria. despedi-me do meu trabalho. foi a unica coisa que fiz de verdadeiramente importante ultimamente. no entanto agora sinto-me um bocado perdida. preciso encontrar o meu rumo. preciso começar a fazer algo por mim. algo que saiba que me vai dar um futuro. uma carreira. perspectivas de futuro. perspectivas de ser alguem. aquilo que quero sei que vai demorar tempo a acontecer. bastante tempo. portanto ate la preciso arranjar algo que me preencha e me faça feliz. me faça sentir minimamente realizada e a fazer coisas por mim. ou pelo menos algo que me permita fazer coisas por mim. nao sei. mas hei-de descobrir.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

porque me apetece

tenho andado ausente disto, nao tenho tido tempo nem paciência para escrever (nem muito para dizer, confesso)
o trabalho mantem-me ocupada e a equipa tem-me ocupado cada vez mais. estou afastada da maioria dos meus amigos, nao por querer mas por nao conseguir conciliar tudo. o facto de termos o nosso primeiro jogo marcado para daqui a umas semanas faz com que a pressao seja cada vez maior, e baldar-me agora está fora de questao... mas tenho muitas saudades dos meus maigos e estou MESMO a precisar de uma noite à séria e de um jantar em que se fala de tudo e mais alguma coisa...

enfim, faltas de tempo à parte... e sem muito para dizer, partilho apenas que tenho que mudar de emprego rápidamente (sim, outra vez)...
tenho uma necessidade incontrolavel pelo novo e desconhecido, e preciso estar em constante movimento para me sentir util... se estou muito tempo no mesmo sitio e as coisas começam a sair-me automaticamente entao ja nao estou bem ali... infelizmente acontece-me demasiadas vezes, nao sei o que fazer quando for grande se tenho este péssimo feitio para ficar parada num sitio. uma coisa eu sei, deificilmente vou ser efectiva numa empresa....
nao sei porque estou para aqui a falar da minha vida, mas apetecia-me escrever, e nao consigo escrever coisas paneleiras porque tenho demasiadas coisas a acontecer dentro de mim... mas tambem nao escrevo coisas tristes porque tristeza é a ultima coisa que tenho sentido nestes ultimos tempos.
portanto escrevo so porque sim.
e porque me apetece.

[i am yours now]

Não há muitas definições convincentes de felicidade. É mais fácil procurar pela palavra sorte. Sorte é aquilo que achamos querer ou, quando temos mesmo sorte, achamos ter. É feliz quem prefere ficar em casa. É feliz quem tem uma casa onde prefere ficar. É mais feliz ainda quem tem alguém com quem prefira ficar em casa. A casa até nem pode parecer grande coisa - mas é. Como pode deixar de ser grande o sítio no mundo aonde nunca queremos ir só para visitar ou conhecer: o único sítio do mundo para onde queremos sempre voltar e ficar?

 MEC

quinta-feira, 1 de agosto de 2013


para nos nao ha palavras. nao ha descriçao possivel para o que temos. o que sentimos. tal como dizes, as palavras nao chegam, por isso é que existem sentimentos. gosto disto. gosto de ti. gosto de nos. gosto dos nossos sorrisos tolos. gosto dos nossos silencios. gosto da nossa cumplicidade. gosto da forma como nos abraçamos. como nos agarramos. como somos cumplices.
gosto de ti. e gosto de gostar de ti. e gosto de nos.